
O valor financeiro da confiança
A maioria dos problemas dentro de uma empresa pode ser definida com falta de compromisso de algumas pessoas que fizeram promessas e depois não cumpriram.
Simples atrasos para reuniões, por exemplo, já evidenciam a falta de comprometimento. Afinal, que tipo de exemplo dá o diretor que marca uma reunião para as 10 da manhã, e depois chega às 11? [...]
Sinais de Desmotivação
O entardecer do domingo oferece uma sensação de angústia diante do início de mais uma semana de trabalho que se avizinha. Você logo imagina o desconforto de levantar-se cedo e encarar um pesado trânsito – ou transporte público lotado – até sua empresa, onde reencontrará colegas com os quais mantém um relacionamento superficial, caixa de entrada cheia e reuniões intermináveis que parecem não levar a ações concretas. [...]

Inteligência emocional – Você sabe o que é?
Segundo a Wikipédia, inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.
Para Daniel Goleman, a inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos.
A maioria da situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas e, desse modo, pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais chances de obter o sucesso. [...]

Avaliação do estado da Bomba de Combustível
Normalmente se avalia o estado da bomba de combustível mediante a aferição da pressão e da vazão de combustível com um aparelho que incorpore um manômetro e um vazômetro. O aparelho deverá ser posicionado na linha de combustível que vai da bomba de combustível para as válvulas injetoras.
Deve-se recordar que a pressão na linha do combustível é decorrente da atuação da bomba de combustível e também da atuação do regulador de pressão. [...]

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O valor financeiro da confiança
A maioria dos problemas dentro de uma empresa pode ser definida com falta de compromisso de algumas pessoas que fizeram promessas e depois não cumpriram.
Simples atrasos para reuniões, por exemplo, já evidenciam a falta de comprometimento. Afinal, que tipo de exemplo dá o diretor que marca uma reunião para as 10 da manhã, e depois chega às 11?
Como esperar confiança da equipe depois, se ele mesmo não respeita os pequenos detalhes que sinalizam comprometimento?
Para Arthur Ciancutti e Thomas Steding, autores de Built on Trust: gaining competitive advantage in any organization (ainda sem tradução no Brasil), numa empresa onde existem falsos compromissos, as pessoas simplesmente param de confiar umas nas outras, muitas vezes começando elas mesmas a mentir naturalmente. O resultado é um círculo vicioso desastroso, onde as pessoas não fazem o que disseram que iam fazer, e depois inventam desculpas para se justificar.
Seja qual for a área problemática dentro da empresa, isso acaba sempre atingindo o cliente.
Embora possa não parecer à primeira vista, quase todo mundo quer ser produtivo, sabendo que sua empresa é um lugar melhor para trabalhar por causa do que fazem. Os problemas começam a surgir quando as pessoas pensam que sua oportunidade para contribuir foi cortada.
O que elas mais queriam já não está disponível, ou pelo menos é o que lhes parece, e as pessoas ‘desistem’, tornam-se defensivas, fofocam, começam a causar problemas, ou entram no ‘piloto automático’.
Nossa paixão por contribuir está sempre em equilíbrio delicado com nossos instintos de proteção, causando importantes conseqüências emocionais (positivas ou negativas), todas as vezes que nos arriscamos a contribuir.
Numa empresa normal, as pessoas às vezes podem contribuir e sentir-se o máximo.
Em outras vezes, vão querer morrer, achando que nunca deveriam ter aberto a boca.
Ninguém tem muita certeza do que vai acontecer, porque na verdade ninguém assumiu o controle da direção emocional da empresa. Ninguém cria conscientemente um ambiente de confiança e respeito.
Uma empresa na qual os funcionários confiam faz a balança do medo pender para o lado da contribuição. Quando trabalhamos em ambiente confiável, sentimo-nos reforçados, validados e suportados, mesmo que nossas idéias não sejam aceitas.
A confiança é um conceito duplo. Ela tem tanto um componente emocional quanto o intelectual. A parte intelectual está baseada num histórico passado de performance que confirma a confiança, ou a garantia assegurada da integridade, veracidade e justiça da outra parte. Por já ter sido honesto e confiável antes, imaginamos que uma pessoa vá ser honesta e confiável novamente.
O resultado ativo da confiança é acreditar na honestidade e integridade da liderança da empresa. O resultado passivo é a ausência de preocupações e suspeitas, canalizando de forma produtiva energias que – de outra forma -, seriam dispersas negativamente.
Somos uma sociedade em busca de confiança. E quanto mais sua falta sentimos – no governo, nos negócios, em nossas relações pessoais -, mais preciosa ela se torna. A organização que faz com que seus membros confiem uns nos outros, e que conquista a confiança do público, cria uma vantagem competitiva poderosa.
Francis Fukuyama no seu livro Trust: The Social Virtues and the Creation of Prosperity (Confiança: As Virtudes Sociais e a Criação de Prosperidade), examinou as diferenças na prosperidade econômica de diferentes culturas e concluiu: "O bem estar de uma nação, bem como sua habilidade em competir, está condicionada por uma única e abrangente característica cultural: o nível de confiança inerente à sociedade’. Assim, ele acredita que ‘o capital social representado pela confiança será tão importante quanto capital físico’.
Robert Putnam, autor de "The Prosperous Community: Social Capital and Public Life" (A Comunidade Próspera: Capital Social e Vida Pública) cita "a confiança que facilita a coordenação e a cooperação". Ele também relaciona as possibilidades de sucesso com a abundância ou falta de capital social.
Quando as pessoas sentem-se livres para contribuir, uma rede maior de inteligência acaba sendo criada, permitindo a criatividade e a inovação. Num ambiente baseado no medo, somente revelamos o que consideramos seguro – geralmente um pequena parte de nós. As frustrações do dia acabam transformando-se em interações de ‘Nós contra eles’.
É uma energia imensa desperdiçada em suspeitas, problemas mal-resolvidos, promessas quebradas, acordos pouco claros, não cumprimento de prazos e a propensão generalizada em achar bodes expiatórios, fofocas, ressentimentos e frustração.
O ‘Nós contra eles’ ocorre internamente todos os dias: Marketing contra Vendas, Vendas contra Financeiro, Financeiro contra Compras, e assim por diante. Mas por que isso acontece? Primeiro, porque existem acordos pouco claros, expectativas quebradas e promessas (reais ou não) que não foram cumpridas. A segunda é que as pessoas realmente se importam com seu trabalho – se não, nem estariam discutindo ou tentando achar culpados. O fato da mentalidade do ‘Nós contra Eles’ existir internamente significa que pelo menos as pessoas estão comprometidas – o problema é que essa energia não está sendo canalizada corretamente.
O compromisso é um envolvimento, uma intenção incondicional. Não significa que você garanta o resultado prometido, mas sim que você assume o compromisso com toda a intenção de garanti-lo. E, se por acaso descobrir que não vai conseguir, avisar imediatamente.
Para aumentar o grau de confiança dentro de qualquer instituição, é preciso que primeiro suas lideranças, e depois todo o conjunto de pessoas envolvidas, transforme-se em ‘terminadores’ ou completadores. Temos no Brasil a síndrome de iniciar nossos planos impetuosamente e depois abandonar por falta de persistência, planejamento e/ou dedicação.
Ser um terminador significa comunicar-se de maneira completa, chegando sempre a um acordo específico sobre o que será feito, por quem, com uma data específica de término. "Eu farei o relatório" não é completo porque não tem uma data de entrega.
"Farei o possível" não é completo porque não existe um acordo específico sobre o que será feito. É fácil de ver como uma sucessão de coisas incompletas cria um ambiente de incertezas, hesitação, dúvidas, desperdício de tempo e energia, ressentimentos e falta de confiança.
Para estimular a confiança, a liderança da empresa deve estimular que a comunicação interna, independente da sua forma (verbal ou escrita), seja 100% completa – sempre. É a única forma de impedir que pequenos mal entendidos acabem transformando-se em grandes problemas.
Fonte: Guia RH | www.guiarh.com.br
Sinais de Desmotivação
O entardecer do domingo oferece uma sensação de angústia diante do início de mais uma semana de trabalho que se avizinha. Você logo imagina o desconforto de levantar-se cedo e encarar um pesado trânsito – ou transporte público lotado – até sua empresa, onde reencontrará colegas com os quais mantém um relacionamento superficial, caixa de entrada cheia e reuniões intermináveis que parecem não levar a ações concretas.
Um almoço insípido, alguns telefonemas e uma eventual discussão podem completar uma rotina que se estenderá até a sexta-feira ou o sábado, quando finalmente a alegria se manifestará com uma pausa em suas atividades profissionais.
Se você se identifica com o cenário acima é porque sinais de desmotivação bateram à sua porta. Você se sente desanimado com tudo, sem notar que animus representa o princípio espiritual da vida, do latim anima, ou o sopro de vida. Assim, estar desanimado é estar sem alma, sem espírito, sem vida...
Basicamente, esta situação pode decorrer de um aspecto interno, a falta de entusiasmo, ou externo, a falta de reconhecimento.
A perda de entusiasmo é um processo endógeno, ou seja, inerente a você. Ela parte de dentro para fora e pode ser consequência de diversos fatores. Primeiro, de um trabalho desalinhado com seus propósitos, em especial missão e visão. Se a sua atividade não guarda sinergia com os objetivos que você determina para seu futuro, é natural que gradualmente o interesse se desvaneça, porque você não enxerga sentido no que faz.
Além disso, há que considerar a influência do ambiente de trabalho – coisas e pessoas. Uma infraestrutura inadequada, formada por equipamentos ultrapassados, que comprometem um bom desempenho profissional, associada a um clima de trabalho tenso em virtude de desarmonia com os colegas, certamente prejudicam seu estado emocional.
Outra variante possível é o que denomino de “síndrome da cabeça no teto”. Isso acontece quando mesmo dispondo de boa infraestrutura, clima organizacional favorável e atividade sintonizada com seus objetivos pessoais, a empresa mostra-se pequena para seu potencial. Neste contexto, você se sente maior do que a estrutura que lhe é oferecida e percebe que seu crescimento está ou ficará limitado.
Todas estas circunstâncias conduzem a um crescente desestímulo. A apatia floresce, o desalento toma conta de seu ser e o entusiasmo se despede. E quando remetemos à raiz grega da palavra entusiasmo, que significa literalmente “ter Deus dentro de si”, compreendemos a importância de cultivá-lo para alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Já a falta de reconhecimento é uma vertente exógena, ou seja, dada de fora para dentro. Em maior ou menor grau, todas as pessoas precisam de doses de reconhecimento. Aqueles dotados de uma autoestima mais elevada conseguem saciar esta necessidade individualmente. Porém, em especial no mundo corporativo, espera-se que nossos pares, e mais ainda, os superiores hierárquicos, demonstrem reconhecimento por nossos feitos, seja como identificação ou por gratidão.
Este reconhecimento pode vir travestido por um sorriso ou um abraço fraterno, congratulações públicas ou privadas, recompensa financeira ou promoção de cargo.
Mas é fundamental que se demonstre, pois funciona como combustível a nos mover em direção a novas realizações, maior empenho e satisfação.
Em regra, note que aplacar os sinais de desmotivação depende exclusivamente de você. Em princípio, esteja atento para identificar estes sinais. Em seguida, procure agir para combatê-los. Isso pode significar mudar ou melhorar o ambiente de trabalho, buscar relações mais amistosas com seus colegas, alterar sempre que possível sua rotina, perseguir novos desafios, estreitar o diálogo com seus supervisores. E, num extremo, até mesmo mudar de organização se preciso for, planejando sua saída com consciência e racionalidade.
Fonte: Tom Coelho | www.tomcoelho.com.br
Inteligência emocional – Você sabe o que é?
Segundo a Wikipédia, inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.
Para Daniel Goleman, a inteligência emocional é a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos.
A maioria da situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas e, desse modo, pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais chances de obter o sucesso.
Indo um pouco mais além, pessoas com uma boa inteligência emocional podem garantir a si mesmas e as pessoas que vivem à sua volta uma vida melhor.
Isso acontece pelo simples fato de pessoas com este tipo de inteligência e auto-conhecimento tem maior controle sobre situações que fogem da normalidade.
Segundo Goleman, a inteligência emocional pode ser categorizada em cinco habilidades:
1. Auto-Conhecimento Emocional – reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem;
2. Controle Emocional - habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida;
3. Auto-Motivação – capacidade de dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal;
4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas; e
5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais.
Destrinchando e detalhando ainda mais essas características, podemos observar que as três primeiras são habilidades intra-pessoais e as duas últimas, inter-pessoais.
Isso significa que as primeiras são essenciais ao auto-conhecimento, sendo as últimas importantes em:
Organização de Grupos - habilidade essencial da liderança, que envolve iniciativa e coordenação de esforços de um grupo, bem como a habilidade de obter do grupo o reconhecimento da liderança e uma cooperação espontânea.
Negociação de Soluções - característica do mediador, prevenindo e resolvendo conflitos.
Empatia - é a capacidade de, ao identificar e compreender os desejos e sentimentos dos indivíduos, reagir adequadamente de forma a canalizá-los ao interesse comum.
Sensibilidade Social - é a capacidade de detectar e identificar sentimentos e motivos das pessoas.
A inteligência emocional é de extrema importância para todo e qualquer ser humano, mas infelizmente nem todos conseguem controlar as suas emoções.
Uma coisa é certa e só quem consegue ter o controle sobre suas emoções pode afirmar: quem tem uma boa inteligência emocional tem grandes chances de vencer na vida e ser feliz, não só profissionalmente, mas também em sua vida pessoal.
Fonte: Sucessor News | www.sucessonews.com.br
Avaliação do estado da Bomba de Combustível
Normalmente se avalia o estado da bomba de combustível mediante a aferição da pressão e da vazão de combustível com um aparelho que incorpore um manômetro e um vazômetro. O aparelho deverá ser posicionado na linha de combustível que vai da bomba de combustível para as válvulas injetoras.
Deve-se recordar que a pressão na linha do combustível é decorrente da atuação da bomba de combustível e também da atuação do regulador de pressão.
Assim antes de se condenar a bomba de combustível, é necessária uma verificação no funcionamento do regulador de pressão.
O não funcionamento puro e simples da bomba pode também ser decorrente de problemas no sistema elétrico do veículo, tais como fusível queimado, relê da bomba de combustível, chicote elétrico da bomba avariado, mau contato elétrico, e etc.
Se a bomba estiver recebendo corrente elétrica e não estiver funcionando é necessária a sua substituição. Se a bomba recebe corrente elétrica, e estiver funcionando, se o regulador de pressão estiver perfeito, se houver combustível no tanque e a pressão da linha de combustível for abaixo da pressão necessária, faz-se uma verificação nos dutos de combustível, tanto externo quanto internos ao tanque, à procura de algum vazamento. Se não houver vazamentos nos dutos, a bomba deverá ser substituída.
Os principais sintomas de problemas na bomba de combustível são:
1. Dificuldades na hora da partida do motor, notadamente com o motor frio;
2. Perda de potência;
3. Parada do motor;
4. Cortes no funcionamento quando o veículo estiver quente, com retomada do funcionamento após algum tempo de espera;
5. Barulho acentuado no funcionamento da bomba de combustível.
Fonte: DR | www.drbombas.com.br |
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8. Mitsubishi L200

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9. Ford F250

10. Land Rover Defender 130


Em 2 de Outubro de 1945 foi criada a empresa Mahindra and Mohammed, na índia.
Mas já em 1948 a empresa adota nova denominação: Mahindra and Mahindra Limited (MandM).
Iniciam-se as atividades na área de comercialização de aço em associação com empresas da Inglaterra.
Inicía-se em 1965 a produção da linha de veículos comerciais leves.
Iniciam-se as atividades Vickers Sperry of India Limited, resultado da Joint-Venture com a Sperry Rand Corporation, USA.
O lançamento do Champion em 2001, um véiculo dotado de 3 rodas muito popular na Índia teve uma ótima aceitação no mercado.
No mesmo ano foi Lançado o Mahindra Maxx, um veículo ara do segmento de multi-Utilitario, dentro do conceito - Máximo Conforto.
Mahindra entra no Rally dos Sertões em 2009, umas das mais duras provas off-road do mundo, a Mahindra, com uma única equipe, na categoria Production (carros menos modificados para a prova), chegou em terceiro lugar.
Para a Mahindra, mais importante que chegar ao pódio, foi a confirmação de que seus utilitários mantêm a mesma força e resisência da sua origem. 
O amor acontece

Elenco: Aaron Eckhart, Jennifer Aniston, Judy Greer, Martin Sheen
Direção: Brandon Camp
Gênero: Romance
Coração Louco

Elenco: Jeff Bridges, Maggie Gyllenhaal, Robert Duvall, Colin Farrell
Direção: Scott Cooper
Gênero: Drama
Um sonho Possível

Elenco: Sandra Bullock, Tim McGraw, Kathy Bates, Quinton Aaron, Lily Collins, Jae Head, Rhoda Griffis, Ray McKinnon
Direção: John Lee Hancock
Gênero: Drama

09/03
6º PREMIO RANKING ITCNET
Millenium Centro de Convenções
09/03 - 12/03
KITCHEN & BATH EXPO - 5ª FEIRA INTERNACIONAL DE PRODUTOS E ACESSÓRIOS PARA COZINHA E BANHEIRO (PROMOTOR: NÜRNBERGMESSE BRASIL FEIRAS E CONGRESSOS / Associado UBRAFE)
Transamerica Expo Center
09/03 - 13/03
FEBRACE - 8ª FEIRA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA - CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
USP - Universidade de São Paulo
10/03
III MOBILE 2.0
áJardim Europa 10/03 - 11/03
BELEZA SUSTENTÁVEL 2010 (PROMOTOR: AMBIENTE GLOBAL COMUNICAÇÃO)
HSBC Brasil
11/03 -
13/03
I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE TRANSPLANTE DE CÉLULAS PROGENITORAS HEMATOPOIÉTICAS
Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês - IEP
12/03
- 13/03
7ª FEIRA DO CONCURSO
Centro de Eventos São Luis
13/03 - 14/03
SÃO PAULO INDY 300
Circuito Anhembi
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