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“Não adianta vestir uma ‘roupa’ verde se essa não servir em você.” A analogia faz referência ao modo como as empresas hoje buscam se inserir em um “lugar-comum” para serem chamadas de sustentáveis e ecologicamente corretas, o que, para o autor da frase, Fred Gelli, nem sempre favorece a imagem da companhia. [...] Como primeiro fator causador de sofrimento tem-se a própria realidade mercadológica, a concorrência das demais instituições que já passaram por esta fase e no momento já estão mais organizadas, pelo menos perante o mercado. [...] Suas ocupações exigem que você faça estimativas freqüentemente? Consultores e gerentes de projetos responderiam que sim, sem pestanejar, mas até quem precisa planejar um churrasco de fim de semana ou a festa de final de ano tem que fazer estimativas. [...] Quem nunca perdeu a paciência com os filhos inquietos na estrada durante uma viagem longa e sonhou colocar um filme ou qualquer coisa que os fizesse parar de repetir mil vezes a famosa“Pai, tá chegando?” ? [...]
Branding 3.0 “Não adianta vestir uma ‘roupa’ verde se essa não servir em você.” A analogia faz referência ao modo como as empresas hoje buscam se inserir em um “lugar-comum” para serem chamadas de sustentáveis e ecologicamente corretas, o que, para o autor da frase, Fred Gelli, nem sempre favorece a imagem da companhia. Seguindo esse pensamento, Gelli, sócio e designer da Tátil, está desenvolvendo o conceito de Branding 3.0, apresentado pela primeira vez no Festival de Cannes deste ano. A ideia, seguindo o mesmo exemplo dado por Gelli, é criar uma “roupa” adequada à trajetória de cada empresa que busca ter em seu cartão de apresentação o selo de sustentável. “É tudo uma questão de ter coerência. Os consumidores sabem identificar quando uma empresa está realmente comprometida ou quando só está preocupada em promover seu projeto de marketing, que muitas vezes, é de fachada”, explicou Gelli. Para melhorar o entendimento sobre o conceito de Branding 3.0, o designer citou o fato de alguns bancos se venderem como amigos do planeta, quando a maioria das pessoas sabe que as instituições financeiras, dentro do mundo capitalista, buscam ganhar o maior volume de dinheiro no menor espaço de tempo, o que nem sempre é compatível com ações sustentáveis. “No futuro, não haverá espaço para empresas que não estejam comprometidas com o meio ambiente. É preciso encontrar o caminho adequado e criar uma equação para gerar esse comprometimento, o que prevê mudanças estruturais e nos negócios. É um processo que deve ser elaborado e aplicado gradualmente”, afirmou. Já para a rede varejista Wal-Mart, a Tátil utilizou o conceito em duas lojas (uma em São Paulo e uma no Rio de Janeiro), de forma a utilizar uma comunicação que fala de sustentabilidade de maneira proprietária. O objetivo foi estabelecer uma ponte entre o posicionamento do Wal-Mart “Vender por menos para você viver melhor” e seus projetos sustentáveis. A partir da criação do conceito “Bom para o seu bolso. Bom para o planeta”, a Tátil desenvolveu uma nova marca e uma estratégia de apontar para o consumidor onde estão as iniciativas sustentáveis adotadas pela loja e como elas se revertem em benefícios diretos para o consumidor. “Em ambas as lojas foi utilizada a ‘arquitetura verde’ para reduzir os custos de energia e água no local, o que vai ao encontro do negócio da rede”, diz Gelli. Elaboração Depois de o conceito do Branding 3.0 ter sido apresentado em Cannes, Gelli já abordou o tema em dois encontros realizados no Rio de Janeiro. No total, serão seis palestras neste ano. A próxima acontecerá em São Paulo, no próximo dia 18 de agosto. Em paralelo, está sendo desenvolvido pela Tátil um projeto chamado “Bionegócios”, que busca encontrar oportunidades na própria natureza para serem oferecidas às companhias. “Os dados funcionarão como ferramenta no processo criativo. O projeto acontece no momento em que a Tátil completa 20 anos. A agência é precursora do ecodesign, projeto que persegue a criação de produtos de baixo impacto ambiental e alto impacto sensorial. Entre os clientes da empresa estão Coca-Cola, TIM, Philips, Nokia, Natura, P&G, Wal-Mart, Fiat, Unimed e Energisa. Fonte: HSM | www.br.hsmglobal.com Como primeiro fator causador de sofrimento tem-se a própria realidade mercadológica, a concorrência das demais instituições que já passaram por esta fase e no momento já estão mais organizadas, pelo menos perante o mercado. Aqui o desafio é conquistar clientes, conseguir mostrar-se ao Mercado. Tem-se também outros desafios, que envolvem o custo de manter a estrutura, de conseguir recursos mínimos que permitam a manutenção da empresa nos primeiros dois anos, pelo menos. Mas além destes e de alguns outros fatores coloco a mente do Gestor-Fundador da instituições. E é aí que temos a grande dor do crescimento. É neste momento que o profissional que criou a empresa, muitas vezes do ‘zero’ tem que mostrar-se suficientemente preparado para crescer, pois não há nada mais difícil para este profissional do que efetuar a passagem de conhecimento, da conquista de profissionais que confie e a estes efetuar a distribuição de atribuições importantes. Ao Gestor-Fundador é um momento extremamente difícil descentralizar, pois este tem em mente que, enquanto ele próprio executa as atividades estas serão efetuadas conforme ele deseja, conforme suas diretrizes pessoais e profissionais. O que temos então como foco aqui é que, durante a fase de crescimento da empresa, desde sua fundação e até a chegada da mudança do pequeno para o médio porte, tem-se que deve ocorrer com planejamento prévio, com a execução de um Projeto Interno de Crescimento, onde neste estejam contidos todas as ações necessárias para uma transição menos dolorida, onde haja um preparo prévio para o repasse de atribuições com um nível mínimo de segurança. Mas para isto, mais que a existência do Projeto Interno de Crescimento, haja, como em todos os Projetos, a vontade de executá-lo e a atribuição de um responsável que realmente consiga executar este projeto. Ressalto aqui, que além da existência do Projeto e da determinação do responsável por este, normalmente o próprio Gestor-Fundador da Organização, tem-se que a mentalidade deste profissional seja de Gestor de Projetos, pois se não for a Dor do Crescimento será grande e, invariavelmente, poderá levar a Instituição em questão a manter-se pequena ou a deixar de existir. Portanto, cresça, sempre pensando que poderá haver dor, mas que seja a menor dor, pensando e executando projetos bem elaborados, para clientes externos, mas principalmente internos. Gerenciamento de projetos pessoais: Não faça suas estimativas no vácuo Suas ocupações exigem que você faça estimativas freqüentemente? Consultores e gerentes de projetos responderiam que sim, sem pestanejar, mas até quem precisa planejar um churrasco de fim de semana ou a festa de final de ano tem que fazer estimativas. Lembra dos pontos imateriais e cargas ideais da suas aulas de física no ensino médio? Eles se movem sem atrito, sem peso, sem enfrentar qualquer uma das dificuldades da vida real. E muita gente faz suas estimativas assim, colocando todas as variáveis de forma isolada e no vácuo, ou no máximo nas CNTP. Mas fora dos bancos escolares você precisa ir muito além, e este é o tema de nosso artigo de hoje. Estimando para o sucesso Em linhas gerais, a tese da restrição tripla diz que para alterar uma das variáveis que a compõem, você desloca as outras também. Ou seja: se precisar completar o projeto antes do tempo estimado, possivelmente ele irá custar mais, ou fazer menos coisas. Se precisar ampliar o escopo (ou seja: fazer mais do que o planejado originalmente), é provável que levará mais tempo, ou custará mais caro, e assim por diante. Assim, estimar corretamente é uma necessidade constante, e diretamente associada aos resultados obtidos por diversos profissionais. E neste sentido, o artigo “Web Worker 101: Estimating Basics” é um achado, porque traz uma série de dicas práticas para quem precisa realizar estimativas, no contexto do trabalho individual de um profissional da web. O texto não é aderente às práticas do PMBOK, mas também não é incompatível: trata-se de um contexto diferente. Se você tem interesse em se informar de forma mais detalhada e completa sobre estimativas em projetos, recomendo a leitura dos capítulos sobre estimativas de recursos e de prazos (que fazem parte do Gerenciamento de Tempo) e estimativas de custos (Gerenciamento de Custo) no material do PMI. Selecionei algumas das dicas, que reproduzo abaixo juntamente com meus comentários, na expectativa de que vocês possam adaptar aos seus próprios contextos e eventualmente complementar com exemplos e sugestões adicionais. Existem diversas formas de correção baseada em cenários otimistas, pessimistas e prováveis (se você faz isso profissionalmente, deve buscar se informar sobre PERT/CPM), mas na ausência deles o autor do artigo sugere que você multiplique seus totais por 2,5, corrigindo este fator de acordo com sua própria experiência. Não estime sem saber do que está falando: entenda o que o cliente quer, antes de começar a fazer as contas. Fonte: Efetividade.net | www.efetividade.net Quer colocar um DVD no seu carro?Poucos discordam de que seria muito menos estressante enfrentar o trânsito das grandes cidades assistindo ao seu DVD predileto. Quem nunca perdeu a paciência com os filhos inquietos na estrada durante uma viagem longa e sonhou colocar um filme ou qualquer coisa que os fizesse parar de repetir mil vezes a famosa“Pai, tá chegando?” ? Hoje, por menos de R$ 600,00 já é possível instalar um DVD player em seu carro, o que tem levado cada vez mais pessoas a adquirirem o tão desejado equipamento. Antes de qualquer coisa, não se deve deixar de lado a segurança. A tela de DVD não poderá desviar a atenção do motorista, que deve comprar o aparelho pensando mais no entretenimento dos passageiros do que no seu próprio. O tamanho das telas varia de 3 a 10 polegadas. Nos modelos de 3 polegadas, a tela fica no próprio painel do rádio e entretêm principalmente o passageiro ao lado do motorista. Outros possuem a tela de cerca de 7 polegadas, que ficam acopladas ao painel do aparelho e ocupam o espaço central do console. Apesar de mais comum, esse tipo é o mais visado pelos ladrões, já que são mais difíceis de ser retirados ou escondidos. A melhor opção, porém mais cara, é comprar um modelo do tipo que fica fixo no painel do carro, mas que têm tela destacável, que pode ser colocada no teto da cabine ou em qualquer outro lugar. Outro atrativo do Auto DVD player é a capacidade de músicas que podem ser gravadas em um único disco, já que o aparelho possui leitor de DVD. Uma mídia de DVD pode salvar até 4 gigabytes de MP3, o que equivale a quase mil músicas. Auto DVD Player X Código Brasileiro de Trânsito O grande problema de instalar um DVD no carro é que você poder tomar uma multa. Dentro da lei, a única forma de se ter um DVD no carro é instalando sua tela no teto do carro, ou nos encostos dos bancos, de forma que ela só seja visível aos passageiros dos bancos traseiros, sem prejudicar a atenção do motorista e a segurança dos ocupantes. Fonte: Carz | www.carz.com.br |
![]() SEAT (abreaviação de Sociedad Española de Automóviles de Turismo) é uma das principais fabricantes de automóveis da Espanha. A companhia foi fundada em 1950, por iniciativa da estatal Instituto Nacional de Industria (INI) para incentivar a venda de carros na Espanha do pós-guerra. O primeiro modelo a ser fabricado foi o SEAT 1400 modelo bastante que era fraco. Em 1953, já que possuia uma ampla gama de versões. Parou de ser fabricado em 1963, com a versão C, e foi substituído pelo SEAT 1500. Depois, surgiria o SEAT 600, com as versões N, D, E, L Especial. Logo em seguido veio o SEAT 800 sendo considerado o modelo mais significativo da marca por ter conseguido grande aceitação na classe média espanhola. Sua produção começou em 1957 e terminou no meio de 1973. O modelo SEAT 1500 foi símbolo de luxo da Espanha nos anos 60. O carro SEAT 124 é trazido da Itália em 1968, e foi considerado "O Carro da Europa" do ano e foi um marco na história da SEAT. 19/01 - 21/01
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo. |
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