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Branding 3.0
Com este novo conceito, será necessário que tenham um posicionamento coerente com o seu negócio. Entenda!

“Não adianta vestir uma ‘roupa’ verde se essa não servir em você.” A analogia faz referência ao modo como as empresas hoje buscam se inserir em um “lugar-comum” para serem chamadas de sustentáveis e ecologicamente corretas, o que, para o autor da frase, Fred Gelli, nem sempre favorece a imagem da companhia. [...]

A dor do crescimento
O título deste artigo, num primeiro momento, até pode parecer estranho, mas no decorrer deste poderei demonstrar que de estranho não há nada, muito antes pelo contrário. Neste artigo teremos a oportunidade de entender um pouco sobre as dificuldades que uma Empresa de Pequeno Porte passa para se tornar uma de Médio Porte.

Como primeiro fator causador de sofrimento tem-se a própria realidade mercadológica, a concorrência das demais instituições que já passaram por esta fase e no momento já estão mais organizadas, pelo menos perante o mercado. [...]


Gerenciamento de projetos pessoais: Não faça suas estimativas no vácuo
Estimar prazos, custos e outras variáveis de projetos pode ser uma atividade complicada, mesmo em projetos pessoais.

Suas ocupações exigem que você faça estimativas freqüentemente? Consultores e gerentes de projetos responderiam que sim, sem pestanejar, mas até quem precisa planejar um churrasco de fim de semana ou a festa de final de ano tem que fazer estimativas. [...]


Quer colocar um DVD no seu carro?
Poucos discordam de que seria muito menos estressante enfrentar o trânsito das grandes cidades assistindo ao seu DVD predileto.

Quem nunca perdeu a paciência com os filhos inquietos na estrada durante uma viagem longa e sonhou colocar um filme ou qualquer coisa que os fizesse parar de repetir mil vezes a famosa“Pai, tá chegando?” ? [...]


Os 10 Times mais ricos do mundo entre todos os esportes 2009

1. Manchester United | www.manutd.com
2. Dallas Cowboys | www.dallascowboys.com
3. Washington Redskins | www.redskins.com
4. New York Yankees | www.newyork.yankees.mlb.com
5. New England Patriots | www.patriots.com
6. Real Madrid | www.realmadrid.com
7. Arsenal | www.arsenal.com
8. New York Giants | www.giants.com
9. New York Jets | www.newyorkjets.com
10. Houston Texans | www.houstontexans.com

Branding 3.0
Com este novo conceito, será necessário que tenham um posicionamento coerente com o seu negócio. Entenda!

“Não adianta vestir uma ‘roupa’ verde se essa não servir em você.” A analogia faz referência ao modo como as empresas hoje buscam se inserir em um “lugar-comum” para serem chamadas de sustentáveis e ecologicamente corretas, o que, para o autor da frase, Fred Gelli, nem sempre favorece a imagem da companhia. Seguindo esse pensamento, Gelli, sócio e designer da Tátil, está desenvolvendo o conceito de Branding 3.0, apresentado pela primeira vez no Festival de Cannes deste ano.

A ideia, seguindo o mesmo exemplo dado por Gelli, é criar uma “roupa” adequada à trajetória de cada empresa que busca ter em seu cartão de apresentação o selo de sustentável. “É tudo uma questão de ter coerência.

Os consumidores sabem identificar quando uma empresa está realmente comprometida ou quando só está preocupada em promover seu projeto de marketing, que muitas vezes, é de fachada”, explicou Gelli.

Para melhorar o entendimento sobre o conceito de Branding 3.0, o designer citou o fato de alguns bancos se venderem como amigos do planeta, quando a maioria das pessoas sabe que as instituições financeiras, dentro do mundo capitalista, buscam ganhar o maior volume de dinheiro no menor espaço de tempo, o que nem sempre é compatível com ações sustentáveis. “No futuro, não haverá espaço para empresas que não estejam comprometidas com o meio ambiente. É preciso encontrar o caminho adequado e criar uma equação para gerar esse comprometimento, o que prevê mudanças estruturais e nos negócios. É um processo que deve ser elaborado e aplicado gradualmente”, afirmou.

Prática
O conceito, segundo Gelli, já está sendo utilizado em alguns trabalhos para clientes da Tátil, como Natura – empresa para a qual o escritório de design e branding está desenvolvendo uma nova linha de produtos, cujos detalhes ainda não podem ser divulgados –, Coca-Cola e Wal-Mart. “Quem tem que se preocupar com a Amazônia é a Natura, que utiliza os recursos naturais da floresta em seus produtos. Essa é a mentalidade que deve ser perseguida. Cada empresa deve cuidar do seu território de atuação”.

Já para a rede varejista Wal-Mart, a Tátil utilizou o conceito em duas lojas (uma em São Paulo e uma no Rio de Janeiro), de forma a utilizar uma comunicação que fala de sustentabilidade de maneira proprietária.

O objetivo foi estabelecer uma ponte entre o posicionamento do Wal-Mart “Vender por menos para você viver melhor” e seus projetos sustentáveis.

A partir da criação do conceito “Bom para o seu bolso. Bom para o planeta”, a Tátil desenvolveu uma nova marca e uma estratégia de apontar para o consumidor onde estão as iniciativas sustentáveis adotadas pela loja e como elas se revertem em benefícios diretos para o consumidor. “Em ambas as lojas foi utilizada a ‘arquitetura verde’ para reduzir os custos de energia e água no local, o que vai ao encontro do negócio da rede”, diz Gelli.

Elaboração
Para aprimorar e dar sustentação ao conceito, a Tátil estabeleceu uma parceria com consultores, de diversas áreas, da Fundação Getulio Vargas (FGV). “É um projeto multidisciplinar que ajudará as empresas a encontrarem seu lugar no futuro”, explica.

Depois de o conceito do Branding 3.0 ter sido apresentado em Cannes, Gelli já abordou o tema em dois encontros realizados no Rio de Janeiro. No total, serão seis palestras neste ano. A próxima acontecerá em São Paulo, no próximo dia 18 de agosto.

Em paralelo, está sendo desenvolvido pela Tátil um projeto chamado “Bionegócios”, que busca encontrar oportunidades na própria natureza para serem oferecidas às companhias. “Os dados funcionarão como ferramenta no processo criativo.

Atualmente estamos analisando os bancos de corais, sistema no qual todos os seres se relacionam de forma harmônica. Consideramos que muitas empresas podem ser representadas por elementos presentes nos corais”, explica Gelli, completando que a ideia é que a sociedade copie o modelo de negócio feito pela natureza.

O projeto acontece no momento em que a Tátil completa 20 anos. A agência é precursora do ecodesign, projeto que persegue a criação de produtos de baixo impacto ambiental e alto impacto sensorial. Entre os clientes da empresa estão Coca-Cola, TIM, Philips, Nokia, Natura, P&G, Wal-Mart, Fiat, Unimed e Energisa.

Fonte: HSM | www.br.hsmglobal.com

A dor do crescimento
O título deste artigo, num primeiro momento, até pode parecer estranho, mas no decorrer deste poderei demonstrar que de estranho não há nada, muito antes pelo contrário. Neste artigo teremos a oportunidade de entender um pouco sobre as dificuldades que uma Empresa de Pequeno Porte passa para se tornar uma de Médio Porte.

Como primeiro fator causador de sofrimento tem-se a própria realidade mercadológica, a concorrência das demais instituições que já passaram por esta fase e no momento já estão mais organizadas, pelo menos perante o mercado. Aqui o desafio é conquistar clientes, conseguir mostrar-se ao Mercado. Tem-se também outros desafios, que envolvem o custo de manter a estrutura, de conseguir recursos mínimos que permitam a manutenção da empresa nos primeiros dois anos, pelo menos.

Mas além destes e de alguns outros fatores coloco a mente do Gestor-Fundador da instituições. E é aí que temos a grande dor do crescimento. É neste momento que o profissional que criou a empresa, muitas vezes do ‘zero’ tem que mostrar-se suficientemente preparado para crescer, pois não há nada mais difícil para este profissional do que efetuar a passagem de conhecimento, da conquista de profissionais que confie e a estes efetuar a distribuição de atribuições importantes.

Ao Gestor-Fundador, que até este momento tinha para si atividades de decisão estratégica e operacional, que passava por agir como gestor comercial, financeiro, técnico, de pós-venda e também executor de atividades técnicas operacional passa a ter que, finalmente, descentralizar decisões e deixar que outros as tomem.

Ao Gestor-Fundador é um momento extremamente difícil descentralizar, pois este tem em mente que, enquanto ele próprio executa as atividades estas serão efetuadas conforme ele deseja, conforme suas diretrizes pessoais e profissionais.

Mas não é fácil para repassar responsabilidades, ter na empresa profissionais devidamente preparados e com perfil de gestão e, principalmente, normalmente não há recursos financeiros para isto e muito menos planejamento prévio efetivamente montado e executado.

O que temos então como foco aqui é que, durante a fase de crescimento da empresa, desde sua fundação e até a chegada da mudança do pequeno para o médio porte, tem-se que deve ocorrer com planejamento prévio, com a execução de um Projeto Interno de Crescimento, onde neste estejam contidos todas as ações necessárias para uma transição menos dolorida, onde haja um preparo prévio para o repasse de atribuições com um nível mínimo de segurança. Mas para isto, mais que a existência do Projeto Interno de Crescimento, haja, como em todos os Projetos, a vontade de executá-lo e a atribuição de um responsável que realmente consiga executar este projeto.

Ressalto aqui, que além da existência do Projeto e da determinação do responsável por este, normalmente o próprio Gestor-Fundador da Organização, tem-se que a mentalidade deste profissional seja de Gestor de Projetos, pois se não for a Dor do Crescimento será grande e, invariavelmente, poderá levar a Instituição em questão a manter-se pequena ou a deixar de existir.

Portanto, cresça, sempre pensando que poderá haver dor, mas que seja a menor dor, pensando e executando projetos bem elaborados, para clientes externos, mas principalmente internos.

Fonte: Gerenciamente Econômico | www.gerenciamentoeconomico.com.br

Gerenciamento de projetos pessoais: Não faça suas estimativas no vácuo
Estimar prazos, custos e outras variáveis de projetos pode ser uma atividade complicada, mesmo em projetos pessoais.

Suas ocupações exigem que você faça estimativas freqüentemente? Consultores e gerentes de projetos responderiam que sim, sem pestanejar, mas até quem precisa planejar um churrasco de fim de semana ou a festa de final de ano tem que fazer estimativas.

Para saber que local reservar, é preciso estimar quantas pessoas confirmarão presença. Para comprar a comida e a bebida, é preciso ter uma razoável idéia de quantas delas de fato estarão presentes, e quanto cada uma consumirá – assim como para definir o seu preço ao oferecer seus serviços, é necessário ter uma razoável idéia de quanto tempo vai precisar dedicar, e quantos recursos irá gastar.

Lembra dos pontos imateriais e cargas ideais da suas aulas de física no ensino médio? Eles se movem sem atrito, sem peso, sem enfrentar qualquer uma das dificuldades da vida real. E muita gente faz suas estimativas assim, colocando todas as variáveis de forma isolada e no vácuo, ou no máximo nas CNTP.

Quem já precisou fazer um plano de negócios ou um planejamento estratégico como parte de um trabalho escolar sabe bem do que estou falando.

Mas fora dos bancos escolares você precisa ir muito além, e este é o tema de nosso artigo de hoje.

Estimando para o sucesso
Como contraste à situação puramente escolar, o pessoal da área de projetos (especialmente a turma do PMI) dedica grande atenção à questão das estimativas, e de como aumentar a chance de que elas sejam concretizadas. Uma das questões centrais neste aspecto é a da restrição tripla (tradicionalmente entendida como tempo X escopo X custo, mas modernamente incluindo em seu contexto também a qualidade), que Ricardo Vargas, autor de vários livros que são referência no Brasil em Gerenciamento de Projetos, recentemente abordou em seu podcast de 5 minutos, sob o título “Opções de Recuperação de Projetos Problemáticos”.

Em linhas gerais, a tese da restrição tripla diz que para alterar uma das variáveis que a compõem, você desloca as outras também. Ou seja: se precisar completar o projeto antes do tempo estimado, possivelmente ele irá custar mais, ou fazer menos coisas. Se precisar ampliar o escopo (ou seja: fazer mais do que o planejado originalmente), é provável que levará mais tempo, ou custará mais caro, e assim por diante.

Assim, estimar corretamente é uma necessidade constante, e diretamente associada aos resultados obtidos por diversos profissionais. E neste sentido, o artigo “Web Worker 101: Estimating Basics” é um achado, porque traz uma série de dicas práticas para quem precisa realizar estimativas, no contexto do trabalho individual de um profissional da web.

O texto não é aderente às práticas do PMBOK, mas também não é incompatível: trata-se de um contexto diferente. Se você tem interesse em se informar de forma mais detalhada e completa sobre estimativas em projetos, recomendo a leitura dos capítulos sobre estimativas de recursos e de prazos (que fazem parte do Gerenciamento de Tempo) e estimativas de custos (Gerenciamento de Custo) no material do PMI.

Selecionei algumas das dicas, que reproduzo abaixo juntamente com meus comentários, na expectativa de que vocês possam adaptar aos seus próprios contextos e eventualmente complementar com exemplos e sugestões adicionais.

Dividir para conquistar: Não tente fazer estimativas de prazos ou custos para o projeto como um todo. Quebre-o em partes menores, e estime separadamente. As partes precisam ser pequenas o suficiente para que você consiga imaginar de forma detalhada como lidará com cada uma delas, quanto tempo vai levar e que recursos vai empregar.

Não some os pedaços: Depois de estimar os detalhes sobre cada uma das partes da tarefa, você não deve simplesmente somá-los e achar que tem a estimativa completa, porque a tendência é que você tenha errado vários dos valores.

Existem diversas formas de correção baseada em cenários otimistas, pessimistas e prováveis (se você faz isso profissionalmente, deve buscar se informar sobre PERT/CPM), mas na ausência deles o autor do artigo sugere que você multiplique seus totais por 2,5, corrigindo este fator de acordo com sua própria experiência.

Não faça contas de chegada: Se o seu cliente só quer gastar R$ 4.000,00, e você estimou que o trabalho custa 7.000,00, não refaça as contas buscando reduzir os números – no máximo, reveja os processos e recomece o processo de estimativa considerando os novos dados. Caso contrário, você vai errar as estimativas, e o resultado final certamente incluirá tanto você quanto o cliente insatisfeitos.

Não estime sem saber do que está falando: entenda o que o cliente quer, antes de começar a fazer as contas.

Acompanhe e corrija: não basta estimar: você precisa depois acompanhar se acertou. E quando errar, precisa entender a razão, até mesmo para melhorar a qualidade das suas estimativas futuras.

Fonte: Efetividade.net | www.efetividade.net

Quer colocar um DVD no seu carro?
Poucos discordam de que seria muito menos estressante enfrentar o trânsito das grandes cidades assistindo ao seu DVD predileto. Quem nunca perdeu a paciência com os filhos inquietos na estrada durante uma viagem longa e sonhou colocar um filme ou qualquer coisa que os fizesse parar de repetir mil vezes a famosa“Pai, tá chegando?” ?

Hoje, por menos de R$ 600,00 já é possível instalar um DVD player em seu carro, o que tem levado cada vez mais pessoas a adquirirem o tão desejado equipamento.

Antes de qualquer coisa, não se deve deixar de lado a segurança. A tela de DVD não poderá desviar a atenção do motorista, que deve comprar o aparelho pensando mais no entretenimento dos passageiros do que no seu próprio.

O tamanho das telas varia de 3 a 10 polegadas. Nos modelos de 3 polegadas, a tela fica no próprio painel do rádio e entretêm principalmente o passageiro ao lado do motorista. Outros possuem a tela de cerca de 7 polegadas, que ficam acopladas ao painel do aparelho e ocupam o espaço central do console. Apesar de mais comum, esse tipo é o mais visado pelos ladrões, já que são mais difíceis de ser retirados ou escondidos.

A melhor opção, porém mais cara, é comprar um modelo do tipo que fica fixo no painel do carro, mas que têm tela destacável, que pode ser colocada no teto da cabine ou em qualquer outro lugar.

Outro atrativo do Auto DVD player é a capacidade de músicas que podem ser gravadas em um único disco, já que o aparelho possui leitor de DVD. Uma mídia de DVD pode salvar até 4 gigabytes de MP3, o que equivale a quase mil músicas.

Auto DVD Player X Código Brasileiro de Trânsito

O grande problema de instalar um DVD no carro é que você poder tomar uma multa.

Como previsto no Código Brasileiro de Trânsito, só o simples fato de ter um aparelho de DVD instalado no painel frontal já gera uma multa de R$ 127,69. Se o motorista for flagrado com o aparelho ligado com o carro em movimento, uma segunda infração no valor de R$ 53,20 é anotada. Além disso, o carro é retido até que o mesmo se adeque às normas, ou seja, sem a tela no painel frontal.

Dentro da lei, a única forma de se ter um DVD no carro é instalando sua tela no teto do carro, ou nos encostos dos bancos, de forma que ela só seja visível aos passageiros dos bancos traseiros, sem prejudicar a atenção do motorista e a segurança dos ocupantes.

Fonte: Carz | www.carz.com.br

 


Nova Sprinter da Jotabraz

Tem um carro ou moto bacana para mostrar para os amigos?Envie uma foto para julio@jbtecidos.com.br.
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SEAT (abreaviação de Sociedad Española de Automóviles de Turismo) é uma das principais fabricantes de automóveis da Espanha.

A companhia foi fundada em 1950, por iniciativa da estatal Instituto Nacional de Industria (INI) para incentivar a venda de carros na Espanha do pós-guerra.

O primeiro modelo a ser fabricado foi o SEAT 1400 modelo bastante que era fraco.

Em 1953, já que possuia uma ampla gama de versões. Parou de ser fabricado em 1963, com a versão C, e foi substituído pelo SEAT 1500.

Depois, surgiria o SEAT 600, com as versões N, D, E, L Especial.

Logo em seguido veio o SEAT 800 sendo considerado o modelo mais significativo da marca por ter conseguido grande aceitação na classe média espanhola.

Sua produção começou em 1957 e terminou no meio de 1973.

O modelo SEAT 1500 foi símbolo de luxo da Espanha nos anos 60.

O carro SEAT 124 é trazido da Itália em 1968, e foi considerado "O Carro da Europa" do ano e foi um marco na história da SEAT.

O FADA DO DENTE

Elenco: Dwayne Johnson, Ashley Judd, Stephen Merchant, Ryan Sheckler
Direção: Michael Lembeck
Gênero: Comédia

AMOR SEM ESCALAS

Elenco: George Clooney, Vera Farmiga, Melanie Lynskey, Anna Kendrick, Jason Reitman
Direção: Jason Reitman
Gênero: Comédia

CHÉRI

Elenco: Michelle Pfeiffer, Kathy Bates, Rupert Friend, Bette Bourne, Iben Hjejle
Direção: Stephen Frears
Gênero: Romance


19/01 - 21/01
FIT 0/16 - 34° FEIRA INTERNACIONAL DO SETOR INFANTO-JUVENIL/TEEN E BEBÊ
Expo Center Norte - Pavilhão Vermelho

19/01 - 21/01
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Amcham

20/01
SIMPÓSIO "SERVIÇOS FARMACÊUTICOS - EVOLUÇÃO, DESENVOLVIMENTO E PERSPECTIVAS"
Universidade Anhembi-Morumbi

20/01 - 21/01
1ª PREMIÈRE BRASIL (ORGANIZADOR: FAGGA EVENTOS / Associado UBRAFE)
Transamérica Expo Center

21/01
2° ENCONTRO DOS DESCENDENTES DOS IMIGRANTES DE SCHIO NO BRASIL
Centro de Documentação e Memória da UNESP


 
 

Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo.
Eu acredito que o meu País não são os políticos. Eu acredito que o Brasil não é o desleixo, não é a violência, não é a pobreza.
O EU ACREDITO!! tem tudo a ver com o ensinar, com o dividir, com o prosperar. Tem tudo a ver com a boa notícia que quase não vemos nos noticiários. O EU ACREDITO!! vai sempre dividir conhecimento, pois acreditamos que dividir é crescer. E se te ajudarmos a crescer um pouco, iremos crescer um pouco também. E esperamos que esse crescimento afete positivamente o ambiente e a sociedade na qual vivemos.
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Expediente: Informação e conteúdo: Julio Bessa | Diagramação: Fernando Silva | Divulgação: Centoevinte