Quarta-feira 11 de Novembro de 2009 -Faltam 50 dias para o ano novo.| Caso não consiga visualizar clique aqui | Remover |
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Inicialmente, o marketing surgiu como uma visão, como uma qualidade que diferenciava os empreendedores da sociedade industrial na primeira metade do século 20. Henry Ford e Richard Warren Sears são exemplos de pessoas que compreenderam que, para fazer o mercado, era preciso desenvolver produtos e serviços com propostas novas e diferenciadas. Bem diferente de, simplesmente, fazer o comum e abastecer o mercado com o que já existia. Foi em 1954, com a publicação do Prática de Administração de Empresas, do lendário Peter Drucker, que o marketing emergiu de visão empreendedora para filosofia de negócios e ideologia empresarial. E foi, durante a outra metade do século, desenvolvida por empresários, executivos, consultores e acadêmicos. Assim, tornou-se ciência com técnicas e ferramentas aprimoradas constantemente, em função do seu próprio sentido inovador e competitivo, na busca da contínua satisfação do cliente – segundo Drucker, o propósito de um negócio. Dessas técnicas, a mais conhecida foi introduzida em 1960 por Jerome McCarthy, professor da Michigan State University, no também clássico Marketing Básico: Uma Visão Gerencial. A partir desta obra, McCarthy formulou a principal caixa de ferramenta do marketing, conhecida e praticada até hoje: os “4 Ps”. Sendo, depois, disseminada por Philip Kotler e consolidada na atual obra Administração de Marketing, ainda hoje a principal leitura de estudo e compreensão do marketing, utilizada como livro-texto em diversos cursos de graduação e pós. Os “pês” se referem a produto, preço, ponto e promoção. De forma simplificada, formam as quatro principais atividades ligadas ao marketing, servindo como um guia e um roteiro. Os “4 Ps” resumidamente dizem: 1. Primeiro, desenvolva e transforme seu “pê” de produto e seus serviços, diferencie-o da concorrência, entregando o que seu cliente irá valorizar. Pense no produto de um modo mais amplo, consumidores compram satisfação; 2. Depois, busque o lucro aplicando o “pê” de preço que representa o quanto seu produto vale para o cliente e até quanto ele está disposto a pagar pela diferenciação. Praticar precificação é encontrar o preço certo para cada caso, que ofereça a melhor margem na relação lucro versus demanda; 3. Em seguida, cuide da hora da verdade: a distribuição pelo “pê” de ponto de venda. O produto precisa estar disponível para quem quiser comprar, na quantidade, na variedade, no local e na hora certa; 4. E, finalmente, use o “pê” de promoção, para promover o produto. Há várias ferramentas de comunicação, sendo propaganda uma delas, e diversos meios, como revistas. A comunicação ajuda a tornar conhecido o produto e também cria percepções, pois mexe com a imaginação do cliente. A grandeza da matriz de McCarthy continua sendo sua capacidade de explicar e orientar as principais atividades de marketing de modo simples, objetivo, compreensível e de forma mnemônica. No entanto, pela própria característica do marketing, que precisa a todo o momento superar e inovar seus modelos e fórmulas, essa mesma matriz é vista por muitos estudiosos como defasada e incompleta frente às realidades do novo século. E aí novos guias surgem para complementar e atualizar essa fórmula, mas os “4 Ps” já têm seu lugar na história do marketing e até, arrisco a dizer, na cultura “pop” dos nossos dias. Fonte: Marcelo Miyashita | www.miyashita.com.br Os 8 erros mais comuns em vendas 1. Fazer a venda parecer um “pedido desesperado” – Freqüentemente, vendedores sentem-se como se estivessem esperando que uma luz venha até o cliente e ilumine o caminho para a compra. Ao invés de fazer as perguntas corretas, usar técnicas de vendas, de lerem e se profissionalizarem na área, de conhecer o cliente e suas necessidades, de conhecer os produtos e serviços que estão vendendo e os do concorrente e que vantagem competitiva têm sobre eles, posicionam-se como se estivessem fazendo um pedido desesperado para que o cliente compre. A venda deve ser feita de uma forma profissional. Para que a venda aconteça, os vendedores têm de saber muito bem o que estão fazendo e, principalmente, ter orgulho da profissão e do papel que desempenham. 2. Falar demais – Vendedores geralmente falam demais. Eles ficam tão focados no que tem de falar, como falar e o que não podem esquecer, que acabam monopolizando o tempo do cliente que tem de escutar, mesmo que não esteja interessado. Mas isso só acontece uma vez: ao tentar um segundo contato, o vendedor já não terá mais portas abertas com o cliente. Geralmente, de cada uma hora falando com o cliente, os vendedores utilizam dez minutos vendendo o produto ou serviço e 50 minutos falando coisas, muitas vezes, irrelevantes. O resultado é claro: o pedido não é fechado e o cliente tende a não querer mais fazer negócios com a empresa. Sabe o princípio de Pareto, que diz que 20% dos seus clientes são responsáveis por 80% do seu faturamento? Poderíamos usar a mesma lógica aqui: do tempo que se tem com o cliente, 20% deveria ser do vendedor e 80% do cliente. Ao final, diga apenas as coisas que ele quer ouvir, aquilo que se adapta à sua realidade. Esqueça características do seu produto/serviço pelas quais ele não tem interesse. 3. Tirar muitas conclusões antes do tempo – Ao tentar adaptar a proposta de vendas às necessidades do cliente, muitos vendedores, ao invés de serem pacientes e ouvirem atentamente o que o cliente está dizendo, começam a tirar conclusões precipitadas. Esses vendedores começam a imaginar uma situação antes mesmo de entenderem o problema principal do cliente. Muitos vendedores ouvem um pouco e já, impacientemente, começam a oferecer algo que, mesmo que se aplique, terá uma conotação ruim para o cliente (nós sempre achamos que nossos problemas são os mais difíceis, os mais especiais). Os vendedores têm de analisar cuidadosamente cada cliente, para entrar com a proposta de venda. 4. Responder as perguntas não feitas – Quando um cliente diz alguma coisa como: “Seu preço está muito alto”, vendedores freqüentemente se colocam em uma posição defensiva. Eles começam a dar discurso sobre qualidade e valor, ou então partem imediatamente para o desconto (é o que acontece na maioria dos casos). “O seu preço está muito alto” não é uma pergunta, então não tente responder. Ao invés de começar a se justificar, o vendedor deve fazer uma pergunta aberta para descobrir por que o cliente acha caro. “Está caro em relação ao quê?”, “Por que você acha que está caro?” e “Me fale mais sobre isso” são algumas das perguntas que podem ser feitas para descobrir a lógica de pensamento do cliente e aí sim, após ouvi-lo atentamente, poderá haver resposta para a objeção. 5. Fazer muito follow-up – Vendedores que gastam tempo demais fazendo follow-up geralmente se enquadram em uma destas situações: ou realmente acreditam que todo e qualquer prospect pode se tornar um cliente, ou são ignorantes e insensíveis para ver que a venda não vai acontecer. Em ambos os casos, gasta-se tempo demais com algo que praticamente não trará retorno. É quase impossível que qualquer prospect possa se tornar um cliente e por isso vendedores têm de ter discernimento para identificar quando uma venda pode ou não ser feita. Ao efetuar corretamente o primeiro contato, um vendedor será capaz de identificar se aquele prospect tem chances ou não de se tornar um cliente, para só então fazer o follow-up. Lembre-se de que ser persistente é uma coisa, ser chato é outra. 6. Esquecer-se do objetivo principal: fazer a venda! – Vendedores se aproveitam muito facilmente de qualquer oportunidade que tenham para fazer uma apresentação de seus produtos, serviços, qualidades e benefícios. Nesse ímpeto, esquecem do objetivo principal, que é fazer a venda, e acabam apenas educando os clientes. Pior são os que investem no relacionamento, visitam, tomam cafezinho, batem papo, dão presentes, acabam superamigos do prospect, e não vendem nada. Relacionamento é ótimo, mas lembre-se que o objetivo é fazer a venda. 7. Falar sobre tudo, menos sobre a venda – Falar sobre outras coisas para iniciar o relacionamento, quebrar o gelo, etc., muitas vezes, é essencial, mas não se o papo furado não acaba e a venda não começa. Infelizmente, os clientes acabam percebendo isso antes mesmo que os vendedores, e aí todo o tempo disponível se acaba, encerrando-se também a reunião. O resultado: vendedores saem do encontro se perguntando por que não fizeram a venda. Uma vez um vendedor me contou que, depois de muita insistência, um grande prospect lhe disse: “O.k., vou dar-lhe uma chance. Você tem cinco minutos – venha preparado”. Emocionado, o vendedor apareceu na hora marcada, foi recebido e, nervoso, começou a comentar sobre o tempo, futebol… aquele papo tradicional de início de conversa. Depois de cinco minutos, o diretor levantou e disse: “Como eu havia lhe dito, você tinha cinco minutos. Seu tempo acabou – muito obrigado pela visita. Vou acompanhá-lo até a porta”. Sem saber o que dizer e constrangido pelo seu próprio amadorismo, o vendedor saiu e nunca mais teve coragem de voltar. Mas até hoje ele se lembra da lição e não deixa mais isso acontecer. 8. Preferir ouvir “eu preciso de mais tempo para pensar” do que receber um “não” – Clientes freqüentemente encerram um encontro (ou telefonema) dizendo que precisam de mais tempo para pensar. E os vendedores aceitam essa indecisão. Claro, é muito mais fácil convencer o gerente (e até a si mesmo) que aquela pessoa possa vir a comprar no futuro, do que admitir que a venda não vai acontecer. Afinal de contas, não é trabalho do vendedor conseguir o maior número de “sim” possível? Ouvir um “preciso de mais tempo” evita o sentimento de rejeição, mas por outro lado, ouvir um “não” permite que você parta para outra e invista seu tempo em clientes mais promissores. Não estamos dizendo aqui que todo e qualquer cliente que alegue que precisa de mais tempo para pensar, não irá comprar. Mas sim que, muitas vezes, os clientes dizem isso como forma de encerrar rapidamente a conversa ou de, educadamente, dizer não sem se comprometerem. O outro caso é aquele cliente que realmente precisa de mais tempo para pensar, por isso é tão importante o conhecimento técnico e sensibilidade do vendedor para distinguir os dois casos. Lembre-se de que evitar erros em vendas é a maneira mais fácil de influenciar positivamente seus resultados. A sua tarefa nesta semana é ouvir e acompanhar seus vendedores para ter a certeza de que esses erros não estão acontecendo. Se estiverem, terá aí um excelente desafio que, se trabalhado corretamente, será muito recompensador. Um ótimo mês sem erros em vendas! Fonte: Raúl Candeloro | www.raulcandeloro.com.br
Dicas de como evitar que o estresse atrapalhe a vida A vida é repleta de compromissos, metas e cobranças. Como que é possível administrar tudo isso e ser bem sucedido? Hoje o estresse faz parte da rotina de muitos profissionais, lidar com ele significa estar mais preparado para o mercado e denota maturidade profissional. O estresse, seja ele de natureza física, psicológica ou social, é composto de um conjunto de reações fisiológicas que se exageradas em intensidade ou duração podem levar a um desequilíbrio no organismo. A reação ao estresse é uma atitude biológica necessária para a adaptação à situações novas. Segundo Márcia Dolores Rezende, diretora e psicóloga do Instituto Saber,o que é prejudicial é como o profissional lida com o estresse. “Se ele transforma a situação em um transtorno disso é altamente prejudicial, agora se ele desenvolve uma percepção de desafio diante da situação possivelmente os resultados serão de qualidade”, analisa. Um profissional em pleno bem estar pode influenciar o ambiente de trabalho de forma positiva e ser um agente multiplicador de criatividade e ações bem sucedidas? “Os benefícios são inúmeros, esse investimento na saúde dos profissionais aumenta a rentabilidade, pessoas felizes e satisfeitas produzem mais. Uma pessoa com bem estar terá idéias mais criativas, buscará saídas rapidamente, terá um outro envolvimento com as atividades”, aconselha a psicóloga. A Programação Neurolinguistica(PNL) é uma ferramenta que fornece ao profissional a capacidade de utilizar a sua neurologia de forma mais pratica e funcional, aproxima o ser humano do que ele quer evitando desperdiço de energia. Um Coaching Eficaz com PNL irá proporcionar ao profissional uma autoconfiança quando ele descobre que pode lidar com varias experiências desafiadora de forma produtiva e com resultados. Ter uma estratégia para mudar e poder operacionalizá-la com agilidade é uma característica dessa metodologia. A diretora dá dicas para se livrar do estresse no trabalho “Coloque sua atenção no que você quer e abra caminhos para atingir sua meta, envolva as pessoas em sua visão e missão para dividir e produzir muito mais,delegue, compartilhe e auxilie, trabalhe em equipe e forme equipes, saiba ouvir peça feedbacks e respeite o que o outro tem para falar,influencie o clima da área e dos ambientes por onde passa de forma positiva, deixe nos ambientes informações boas, valorize o que você faz e o que os outros fazem bem e comunique com clareza, sensibilidade e harmonia”, recomenda. Marcia declara que toda mudança exige um esforço compensador. “Mudar determinadas atitudes para ter uma vida plena é direito de todo ser humano, viver para ser o que se deseja é uma meta alcançável para todos, inclusive para você. Agora a mudança ocorre quando se tem “como” especifico e que gerou um novo aprendizado neural. Essa é a missão da PNL, exercitar seu cérebro para que ele atue a seu favor, para isso basta querer”, finaliza. Fonte: Instituto Saber | www.institutosaber.com.br
Fonte: Sady | www.sady.com.br
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Scion é a divisão criada pela Toyota em 2003 para o mercado dos Estados Unidos da América, com o objetivo de desenvolver modelos especificamente voltados para o público jovem, passando a abranger este nicho de mercado. O AMOR PEDE PASSAGEM FAMA 12/11 13/11 14/11 |
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo.
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