Terça - 21 de Julho de 2009 - Faltam 163 dias para o ano novo. | Caso não consiga visualizar clique aqui | Caso não queira mais receber clique aqui


Liderança pé no barro!
Para conhecer o estilo de um líder, nada como conversar com sua equipe. Liderança é algo que ocorre mesmo na ausência daquele que dá o tom, pois o time está preparado, sabe para onde ir, como proceder e que resultado buscar.

Isso não se dá por um passe de mágica... Isso é fruto de uma atuação comprometida, participativa, que criou raízes em momentos decisivos.

Liderar é colocar o pé no barro, isto é, estar junto, servir a equipe. Algumas empresas recorrem a programas de treinamento e desenvolvimento para motivar seus colaboradores, mas excluem os líderes do processo na tentativa de preservá-los. Líder não é para ser colocado numa redoma.

E fazendo assim, elas conseguem um efeito contrário. Igualmente, a mesma situação acontece com aqueles profissionais que não aderem ao processo, mesmo que fisicamente presentes, não se expõem e acabam desnudando seu estilo de liderança.

Quem se esconde, trava e tem medo de sentar junto e por conseqüência não consegue extrair das pessoas o que de melhor cada um pode oferecer.

Afinal, o maior atributo de um líder é ser motivador de pessoas, motivador de sua equipe. O líder é o espelho, serve de modelo, precisa ser o treinador, fazer a sua parte.

No meu livro No Topo do Mundo eu trabalhei esta parte dizendo: “Uma palavra convence... Um exemplo arrasta multidões”.

Sendo exemplo, o líder se credencia a cobrar resultados... O que se torna desnecessário, pois a contrapartida vem naturalmente, pela força e pela motivação do time.

E palavras são palavras, promessas são promessas, desculpas são desculpas... Mas o essencial é saber que vivemos de resultados. E um bom líder sabe disto!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


Fontes: Gilclér Regina | www.gilclerregina.com.br


O fantástico poder da simplicidade
Como ser simples aos olhos do cliente?

Resuma sua comunicação a 3 argumentos
Não adianta enumerar 7 vantagens do seu produto, as pessoas não lembrarão delas. Dizem, e eu concordo, que 3 é o número mágico de argumentos a serem usados. Esses argumentos podem ser quebrados em sub-pontos, mas ainda são 3 argumentos.
Exemplo: O MS Office tem milhares de funções, mas na prática serve para trabalhar com documentos, planilhas e apresentações. 3 coisas.

Torne o uso do seu produto o mais intuivo possível
Ninguém gosta de ler manuais ou passar horas aprendendo a usar um produto. Facilite a vida das pessoas e crie coisas intuitivas de serem usadas, você será recompensado com a felicidade dos clientes. Ou seja, vendas.

Tenha soluções simples para os possíveis problemas
As pessoas são muito criativas, elas conseguirão  burlar seu sistema de segurança ou quebrar peças “inquebráveis”. Proteja ao máximo o produto contra falhas e oriente o usuário a usá-lo de forma correta. Por fim, tenha um bom serviço de atendimento ao cliente já que, como diria o filósofo americano F. Gump, “Sh*t happens!”.

As vantagens de ser simples?
Será mais fácil de entender o que a sua empresa faz e por que você é melhor que o concorrente. Isso te diferencia na multidão, o que atrairá a atenção dos clientes.

As pessoas lembrarão de você.

Clientes felizes são clientes fiéis. De uma forma ou outra eles te trarão novos clientes.

Sendo simples você economiza tempo e dinheiro que seriam gastos explicando o uso correto do produto e tendo que resolver problemas que ocorreram porque o cliente não te entendeu e fez “caquinha” na hora de usá-lo.

Como testar a simplicidade do seu produto?
Se você precisa mais de 10 slides ou mais de 5 min para convencer alguém de que a ideia é boa, algo está errado.

Se as pessoas não conseguem usar o produto da forma certa, a falta de esperteza não é delas, é sua que não ouviu o cliente e fez um produto complicado.

Não deixe que “Por favor, leia a página 72 do manual” seja a resposta padrão quando alguém quiser tirar dúvidas ou entender melhor o produto.

Fontes: Saia do lugar | www.saiadolugar.com.br


Gripe Suína: conheça o vírus e como acontece o contágio
Existem vários tipos de vírus de gripe suína? A crise atual é causada por qual vírus?
Há quatro tipos principais de gripe suína: H1N1, H1N2, H3N1 e H3N2. Cada tipo é nomeado de acordo com a variante das proteínas externas que ele possui.

Um vírus pode ser mais letal que o outro? Por quê?
Sim. Isso vai depender de quão diferente o vírus é de outros anteriores, pois um vírus muito diferente não encontra imunidade prévia.

Também é importante o tipo de resposta imune que ele desencadeia. Aparentemente, a linhagem que causou a gripe espanhola em 1918 produz uma resposta imune muito violenta nos infectados.

Interações entre o vírus e as células infectadas, que propiciem uma replicação maior, por exemplo, com certeza têm um papel importante, mas ainda não está claro como isso acontece.

Há como impedir que o vírus seja passado de pessoa para pessoa?
Os métodos mais eficazes são o tratamento dos doentes e evitar eventos que aglomerem multidões. Individualmente, lavar as mãos é uma das formas mais eficientes de se proteger. Não tenho claro se as máscaras respiratórias realmente protegem as pessoas de contrair o vírus ou impedem os infectados de contaminarem outras pessoas.

As vacinas contra a gripe suína são eficientes?
Para que a vacina atual seja eficiente contra o H1N1, é necessário que pedaços dele sejam utilizados na formulação. Mesmo que isso aconteça, vacinas contra a gripe costumam ser planejadas com meses de antecedência, pois demoram para ser produzidas em quantidade suficiente, e o vírus muta muito e pode "escapar" da vacina.

Ainda não sabemos qual o tipo de mutação que o vírus pode sofrer, de modo que, mesmo se começarmos a produzir vacinas agora, elas podem ser apenas parcialmente eficazes.

Por que essa epidemia pode ser considerada perigosa?
Por uma série de motivos. Trata-se de um vírus bem diferente do que circula entre humanos e, possivelmente, não temos anticorpos para ele.

O vírus da gripe aviária é muito letal, mas não consegue se espalhar de humanos para humanos, possivelmente porque é bem adaptado para o tipo receptor (proteínas que ele usa para se ligar), mais comum em aves. Mas o vírus da gripe suína usa receptores de mamíferos, e já se mostrou eficiente na transmissão entre humanos, tanto que o WHO subiu o nível de alerta para 4.

Já foi levantado também que o vírus da gripe suína pode estar matando jovens, que possuem um sistema imune em bom estado, e isso é muito preocupante. Essa é uma característica (até agora) única do vírus de 1918. Ainda não sabemos qual a letalidade do vírus, uma vez que não está nem claro qual o número real de infectados.

O que é pandemia e quais os riscos?

Pandemia é o nome que damos para uma epidemia generalizada, que atinge muitas pessoas. É difícil de avaliar os riscos atualmente, não sabemos o número real de infectados. Por isso, o WHO classifica o risco de uma pandemia em estágios de alerta. Independente de este vírus causar uma pandemia, outro fator importante é a letalidade que ele pode atingir, que, como disse, ainda não sabemos.

Fonte: ID Med | www.idmed.com.br



Sintético ou mineral?
O óleo mineral, como o seu nome já diz, é oriundo da prospecção do petróleo. Através do refino, o óleo base mineral, é aditivado para a formação dos óleos disponíveis.

O óleo sintético tem sua base "sintetizada" ou seja, feita em laboratórios, sem a necessidade de utilizar a base mineral. A grande diferença entre estes dois óleos é a capacidade da manutenção da estabilidade do produto por mais tempo.

Teoricamente, o óleo sintético mantém a sua estabilidade por mais tempo do que o óleo mineral. Mas, existe nesta relação algo que deve ser levado em conta: a nossa gasolina não é de qualidade como a de outros países. Há uma mistura com o álcool para elevar, forçadamente, a sua octanagem. Mesmo a gasolina especial não é completamente pura.

Dentro da câmera de combustão há a lubrificação do óleo. Esta gasolina, de baixa qualidade, gera o aparecimento de substâncias que fazem com que a estabilidade conseguida com o óleo sintético não seja tão efetiva, diminuindo a capacidade de lubrificação.

O óleo sintético, embora de grande qualidade, tem algumas características lubrificantes que, as vezes, podem ser prejudiciais a determinados motores de motocicletas reduzindo a vida útil do sistema de embreagem. Alguns fabricantes nacionais não aconselham o uso do óleo sintético em seus motores. Há ainda o óleo semi-sintético. Estes óleos possuem em sua base um combinado de sintético e mineral atingindo um meio termo na composição do lubrificante entre os dois tipos de compostos.

Relação custo X Benefício
Se levarmos em conta o preço e a redução da vida útil do sintético provocada pelos efeitos de nossa gasolina chegaremos a uma durabilidade bem inferior a esperada. Não julgo um procedimento muito saudável para o motor manter um óleo por quilometragem superior entre oito e 10 mil quilômetros, sendo o óleo sintético ou não.

Um óleo sintético duraria duas vezes mais do que um mineral. Valeria a pena pagar o preço de cada litro do sintético? Se vai viajar muito sem qualquer possibilidade de troca talvez seja interessante mas, em situações normais, deve-se colocar na ponta do lápis.

Fonte: Motors Vivos | www.motorsvivos.com.br

Missões espaciais
Apollo 11 | www.nasa.gov
MIR | www.russianspaceweb.com
International Space Station | www.nasa.gov
Orbital | www.orbital.com
Soyuz | www.nasa.gov
Space ship One | www.space.com
Space Ship Two | www.space.com
Marte | www.info.abril.com.br
Galactic Suite | www.galacticsuite.com
Apollo 12 | www.lpi.usra.edu
 


Os carros mais vendidos na Europa

1. Volkswagen Golf


2. Ford Fiesta


3. Peugeot 207


4. Opel/Vauxhall Corsa



5. Renalt Clio


6. Fiat Punto


7. Ford Focus


8. Fiat Panda


9. Opel/Vauxhall Astra


10. Peugeot 308




A fábrica alemã de automóveis Opel foi fundada em 1898, em Ruszelsheim, por cinco irmãos da família Opel. Nesse ano, depois de comprarem a firma Lutzmann, produziram o primeiro carro Opel. Tratava-se de um Opel-Lutzmann com um motor monocilíndrico.

Em 1928 a General Motors, dos Estados Unidos da América, comprou grande parte das ações da Opel. No ano seguinte, a marca alemã lançou o seu primeiro modelo de oito cilindros, de 6000cc, dentro do estilo norte-americano.


INIMIGOS PÚBLICOS

Elenco: Billy Crudup, Johnny Depp, Christian Bale, Channing Tatum, Marion Cotillard, Leelee Sobieski
Gênero: Policial

CONTRA A PAREDE

Elenco: Birol Ünel, Sibel Kekilli, Catrin Striebeck, Güven Kiraç, Meltem Cumbul
Gênero: Drama


21/07 - 22/07
6º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E COGERAÇÃO DE ENERGIA
Novotel São Paulo Center Norte


21/07 - 23/07
GEO SUMMIT LATIN AMERICA 2009 - 10º CONGRESSO E FEIRA INTERNACIONAL DE GEOINFORMAÇÃO (PROMOTOR: REED EXHIBITIONS ALCANTARA MACHADO / Associado UBRAFE)
Centro de Exposições Imigrantes


21/07 - 23/07
YILTS YAZIGI - IX LANGUAGE TEACHING SEMINAR
Cento Universitário São Camilo


22/07 - 25/07
SERIGRAFIA SIGN - 19ª FEIRA SERIGRAFIA SIGN / 3º CONGRESSO SERIGRAFIA SIGN / 4ª EXPO PROMOCIONAL
Expo Center Norte




http://www.jbtecidos.com.br

Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo.
Eu acredito que o meu País não são os políticos. Eu acredito que o Brasil não é o desleixo, não é a violência, não é a pobreza.
O EU ACREDITO!! tem tudo a ver com o ensinar, com o dividir, com o prosperar. Tem tudo a ver com a boa notícia que quase não vemos nos noticiários. O EU ACREDITO!! vai sempre dividir conhecimento, pois acreditamos que dividir é crescer. E se te ajudarmos a crescer um pouco, iremos crescer um pouco também. E esperamos que esse crescimento afete positivamente o ambiente e a sociedade na qual vivemos.
Somos uma pequena gota de informação e de boa intenção na imensidão enorme do oceano da ignorância e da má vontade. Mas de gota em gota vamos transformando esse planeta em um lugar melhor para vivermos.

Expediente: Informação e conteudo: Julio Bessa | Diagramação: Fernando Silva | Divulgação: Mayra Moretti | Produção: cento e vinte