![]() Quarta -feira - 20 de Maio de 2009 - Faltam 225 dias para o ano novo. | Caso não consiga visualizar clique aqui |
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O mercado globalizado está cada vez mais competitivo, dificultando a vida de quem vive no dia-a-dia das vendas. Uns se dão bem enquanto outros vivem reclamando da situação, na expectativa de que as coisas melhorem. Mas não vão melhorar, pois a tendência é de um acirramento maior da concorrência. Então o negócio é fazer acontecer ao invés de esperar a tempestade passar. Os que esperam que as coisas aconteçam, têm pensamentos e atitudes que são verdadeiros destruidores de vendas. Por isso não têm sucesso. 01. Cada dia que passa a crise aumenta: Realmente as coisas não são fáceis, sobretudo no mercado bastante concorrido, onde enquanto uns choram outros vendem lenços. E crise é como onda do mar, sendo benéfica para uns e prejudiciais para outros. Antes de fixar os pensamentos nas dificuldades, muita gente deveria fazer uma auto-avaliação para ver se a crise de identidade não está superando a da economia. 02. Esse cliente não vai comprar: Isso é verdade, pois o próprio vendedor já decidiu pelo cliente. E quem é este para contrariar o pensamento negativo do profissional? Como as vendas começam na cabeça do vendedor, quem não acredita em si não pode obter êxito. Até a maneira de abordar o cliente será apática e com o astral de quem está pedindo esmola. 03. O negócio é vender de qualquer maneira: Será que o esquimó repete a compra da geladeira? Vender um produto sem utilidade para o cliente é um dos maiores erros, pois, antes de tudo, ele compra a credibilidade do vendedor e empresa. E uma credibilidade arruinada dificilmente será restaurada. 04. O cliente está cada vez mais chato: O que se pode esperar do cliente de hoje, que tem à sua disposição uma grande oferta de produtos com qualidade e preços similares? Não há dúvida de que ele está cada vez mais exigente. E se você não se adaptar às regras do jogo, atendendo o cliente com simpatia e gentilezas, pode sair de campo, porque já perdeu a partida por antecipação. 05. Em vendas, o que conta é a prática: Isso foi na época do caixeiro-viajante. Hoje o negócio é diferente. Venda se tornou profissão, exigindo bastante conhecimento. Quantos produtos não são lançados diariamente no mercado globalizado? É possível conhecê-los sem estudar? E os conhecimentos sobre mercado, cliente, concorrência, estratégias de marketing etc? Portanto, venda é aprendizado constante. 06. O que atrapalha é o preço do concorrente: Será que o cliente só quer preço? Antes de baixar seus preços, você foi ver como estão os serviços dos concorrentes? É importante sempre dar uma espiada para ver o que eles estão fazendo. Copie e aprimore o que for bom. Isso não é feio. Feio mesmo é ficar reclamando e denegrindo os concorrentes. Seja ético e melhore os seus serviços, que, com certeza, os clientes pagam mais pelos produtos. 07. A minha marca é forte. O cliente é obrigado a comprar: No mercado globalizado e tão concorrido já não se pode mais fazer essa afirmação com tanta convicção. Grandes marcas estão levando uma surra de marcas desconhecidas, de empresas que não se acomodaram e nem se intimidaram, adaptando-se às exigências dos clientes e agindo com agressividade no mercado. O negócio hoje não é somente ser o maior, mas agir com mais rapidez eficiência. 08. Computador é coisa para grandes empresas: Lamentavelmente muitas empresas ainda nem sonham com a informatização e outras já fazem uso, mas com deficiência. Com isso, dificultam a vida dos clientes por continuarem burocráticas e lentas. Faltam produtos, demoram no atendimento, fazem cobranças indevidas etc. Além do mais, vivemos na era da tecnologia e quem não dispõe da informação rápida, precisa e antecipada está sempre em desvantagem na competição. 09. É cliente da casa, pode esperar: Não confunda cliente antigo com bobo. É comum em muitas empresas concessão de benefícios a novos clientes em detrimento dos antigos. Eles já são da casa mesmo, voltam sempre, então não precisam mais de mimos e também podem esperar para serem atendidos depois. Cuidado com eles, são antigos, mas vão facilmente para o concorrente. 10. Pós-venda é gasto desnecessário: Ligar para o cliente para saber se está satisfeito com a compra, além de ser trabalhoso é custo adicional. Talvez ele esteja ocupado e nem tenha tempo de atender, ou pensa que é para vender-lhe mais alguma coisa. Fonte: SDR | www.sdr.com.br/ Cuidado com o Mau Humor Acordar de cara fechada, passar o dia todo dando más respostas e sentir que o mundo está contra você. Cuidado, pois o vírus do mau humor, bem mais contagioso que o da gripe suína pode estar tomando conta de você. E aqui temos realmente um caso de pandemia emocional, afinal qual país que não tem pessoas mau humoradas? Todos nós temos oscilações que afetam nosso estado de espírito e, dependendo da hora, podemos estar mais ou menos motivados e assim impregnar nosso humor com mais ou menos energia. Entretanto, o que muitas vezes nos escapa é o mínimo de cuidado que precisamos ter com nosso humor. Fonte: Instituto Ricardo Melo | www.institutoricardomelo.com.br/ Licença-maternidade bem planejada é maneira eficaz de manter a carreira intacta Tatiana Aude Acabamos de comemorar o Dia das Mães, e por falar nelas, foi-se o tempo em que para ser mãe era necessário abdicar da carreira profissional. Hoje em dia, as mulheres tentam conciliar ao máximo as duas áreas da vida: a maternidade e a realização profissional. O que nem sempre é fácil, porém com planejamento pode tornar o processo de saída temporária da empresa menos complicado e traumático e a dedicação ao bebê recém chegado mais concreta e generosa. Fonte: Catho | www.catho.com.br/
Saiba o que fazer quando a bateria do carro arriar A cena não é rara. Você acorda atrasado e quando vai dar a partida o motor do carro não funciona. Após insistir algumas vezes, nada. Observa daqui, dali e a conclusão é que a bateria arriou. Bem, você já ouviu falar na ligação direta entre baterias comumente chamada de “chupeta”, que é uma solução para os casos de bateria descarregada? Até então tudo bem, mas você sabe como executar esse serviço sem correr o risco de danificar seriamente a parte elétrica do veículo? Pode ficar despreocupado, que esse tipo de procedimento não é prejudicial ao carro nem a você, porém, desde que tomados os devidos cuidados para evitar até mesmo um acidente de maiores proporções. Abaixo listamos todos os cuidados a serem tomados nessa situação de emergência. Em primeiro lugar é preciso providenciar os cabos adequados. Geralmente são confeccionados em duas cores, um vermelho e outro preto. Nem tente imaginar a possibilidade de fazer esse procedimento com fios domésticos, pois podem provocar acidentes graves. Também é importante que os cabos estejam em boas condições. Normalmente o zelador do prédio ou mesmo na portaria dos edifícios existe um cabo desses. Mas fique atento, verifique se não há emendas nem partes descascadas. De posse do cabo é preciso uma bateria auxiliar, que pode ser outro carro. O ideal é que a amperagem de ambas as baterias sejam iguais, pois capacidades diferentes podem provocar danos ao sistema elétrico de um ou mesmo de ambos os veículos durante o processo de transferência de carga. Caso não seja possível, a bateria auxiliar deve então ter a maior amperagem. Na condição de se utilizar a bateria instalada em outro carro é importante que as carrocerias não se toquem. Desligue tudo que consome energia nos dois veículos, luzes internas, ar-condicionado, som, etc. Se estiver na rua não deixe de sinalizar e, nesse caso, o carro com a bateria auxiliar deverá estar com o pisca-alerta ligado. Acione o freio de mão e se estiver em aclive ou declive utilize calços para assegurar que os carros não irão se mover. Se um ou ambos automóveis tiverem cambio automático coloque a alavanca de marchas na posição P (parking). Verifique antes onde se encontram os pólos positivos de cada bateria. Normalmente são aqueles cobertos por uma capa. Mantenha o veículo com a bateria auxiliar em funcionamento. Se for o caso de uma bateria auxiliar fora do automóvel, certifique apenas que ela esteja carregada. Comece ligando os pólos positivos. Utilize o cabo de cor vermelha, é um padrão estabelecido. Conecte o cabo primeiramente ao pólo positivo da bateria auxiliar, depois ao pólo positivo da bateria descarregada. Tome todo o cuidado para o cabo não encostar, em nada principalmente no pólo negativo. Em seguida, faça a conexão dos pólos negativos, começando pela bateria auxiliar. Agora utilize o cabo de cor preta. Como citado anteriormente é um padrão, por isso vale a pena seguir essa regra, já que quando for repetir esse procedimento dificilmente vai errar os pólos e cometer um acidente. Depois de conectar os cabos corretamente dê a partida no veiculo com a bateria descarregada. Se funcionar, ótimo, a bateria descarregou mesmo. Se não conseguir após algumas tentativas, não insista. Quatro ou cinco tentativas é o suficiente. Nesse caso só resto levar o automóvel ao mecânico. Após o funcionamento ou algumas tentativas desconecte os cabos, agora na seqüência inversa, ou seja, comece pelo cabo ligado aos pólos negativos. Com o carro em funcionamento não será preciso aguardar até que a bateria carregue. Já é possível colocá-lo em movimento logo em seguida. Caso você não saia de imediato é preciso aguardar em torno de 10 a 15 minutos para que a bateria carregue totalmente e assim tenha carga suficiente para uma nova partida (caso ela tenha descarregado, mas ainda esteja em boas condições de segurar a carga). Depois do transtorno é bom investigar a causa da bateria ter descarregado. Em alguns casos ela pode indicar que sua vida útil já está no fim. Em outros, pode ser uma luz interna que ficou ligada por várias horas, um farol aceso por muito tempo, etc. O importante é saber o que aconteceu para não ficar na mão outra vez. Fonte: O Globo.com/G1 | http://g1.globo.com/
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22/05
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo. |
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