![]() Quarta-feira -26 de Março de 2009 - Faltam 280 dias para o ano novo. | Caso não consiga visualizar clique aqui |
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Por Bruno Mello Tirando o Presidente Lula, ninguém mais acha que estamos imune à crise ou que ela passará rápido. Ela está apenas no começo. Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, em conversa com o presidente da Natura, Luiz Seabra, para a revista Época Negócios, afirmou que esta é uma crise para pelo menos dois, três anos. Olhando para uma linha mais longa, a da História, três anos até que não é muito. Aliás, é muito pouco. Lembre-se, estamos em 2009 anos depois de Cristo. O Apartheid, por exemplo, durou oficialmente 42 anos na África do Sul. No filme Mandela – Luta pela Liberdade, baseado nos 27 anos que Nelson Mandela passou na prisão, um dos protagonistas é James Gregory, militar responsável pela censura na prisão. Ele acabou se aproximando dos ideais de Mandela e, ao mesmo tempo, por conhecer a língua nativa do líder negro, contribuiu inconscientemente para a permanência do regime de segregação racial durante anos. Promovido a subtenente e diante de ameaças contra sua família, Gregory aceitou cuidar da guarda pessoal de Mandela nos últimos anos de prisão. Sua decisão teve como resultado a perda de seu filho mais velho em um “acidente” e a derrota do Apartheid. Gregory quis fazer parte da História, do lado bom da História. Guardadas as devidas proporções, você, profissional de Marketing, está numa guerra para poder mudar a forma como vende e conquista seus clientes. Novos tempos Em entrevista, o inglês Graham Tocher, Diretor Regional de Stakehold Management da TNS e Diretor Regional da área Financeira, também concorda que o consumidor será o ponto central da mudança. “Para conseguir atingir um consumidor, as companhias terão que garantir que aquilo que entrega atenda aquilo que desejam. O modo como as empresas vêm atuando nas últimas décadas precisa ser repensado. É preciso avaliar se os antigos modelos, estruturas, políticas, etc, irão continuar valendo nessa nova dinâmica. As empresas devem ainda valorizar a entrega da experiência de consumo e descobrir como agregar valor a seus produtos, além de garantir que esse valor será entregue ao consumidor”. Estamos diante, portanto, de uma mudança histórica. E você, que está diante de um departamento de Marketing, de uma folha de papel em que as palavras mudam a toda hora e de uma planilha em que os números insistem em lhe desafiar, faça a sua escolha: vai fazer parte da História com um caso de fracasso ou caso de sucesso? Fonte: Mundo do Marketing | http://www.mundodomarketing.com.br/ Clientes diferentes, estratégias diferentes.John Hogan apresenta uma visão de como as empresas podem identificar os seus clientes. Fator importante na composição dos preços durantes períodos de recessão. John Hogan usa um quadro simples para explicar os tipos de clientes com os quais uma empresa lida e explica que todos eles, durante uma recessão, ficam mais suscetíveis a avaliação de preços.
Começou a chover forte, o trânsito parou, o temporal engrossou e, de repente, a água começa a entrar dentro do carro. E agora? Muita gente viveu este drama com a forte chuva que caiu na tarde de terça-feira (17) em São Paulo e no Grande ABC, ou que inundou vários bairros de Belo Horizonte na segunda-feira (16). Carro e enchente é uma combinação perigosa para a segurança e para o bolso. Muita gente, na esperança de salvar o automóvel do alagamento, acaba colocando a própria vida em risco. Por isso é importante seguir algumas dicas e, acima de tudo, ter muito cuidado - e fazer o seguro do carro. Confira abaixo cinco dicas fundamentais: Antes de tudo, faça o seguro do carro Desde 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza as operações de seguro, determinou que todos os planos básicos – com cobertura contra colisão, incêndio e roubo – se responsabilizem também por submersão total ou parcial do veículo em água doce, inclusive se ele estiver guardado no subsolo. “Quando a água fica abaixo do painel, às vezes é passível de recuperação, mas quando o motor é afetado, se aproxima de uma perda total, quando o prejuízo supera 75% do valor segurado”, explica Marcelo Sebastião, diretor do produto auto da Porto Seguro. Ter o carro assegurado garante que uma enchente não seja um grande prejuízo para o proprietário do automóvel. Na hora da chuva Dirigir na chuva exige atenção redobrada do motorista. As recomendações básicas, independente de uma chuva fina ou uma pancada, são diminuir a velocidade, acender o farol, ligar o limpador de pára-brisa, o desembaçador e manter a distância de pelo menos dois carros em relação ao automóvel à sua frente. Não atravesse alagamentos Se o volume das chuvas aumentar e houver alagamento, pode ser o caso de optar por uma pausa antes de seguir viagem. Até metade da altura da roda você consegue ter condições mínimas de dirigibilidade. A partir daí o veículo fica exposto a panes mecânicas. Debaixo da enchente é impossível saber os obstáculos, buracos ou sujeiras que existem no asfalto. Além disso, há a possibilidade do veículo flutuar e ser arrastado pela enxurrada, o que coloca em risco a segurança do motorista e de seus passageiros. O carro inundou. E agora? Em caso de alagamento do automóvel, o segurado deve comunicar imediatamente seu corretor de seguros ou a Central 24 horas de atendimento da empresa, solicitando um guincho para levar o veículo a um local seguro. De acordo com a Porto Seguro, o segurado poderá levar o veículo à oficina de sua preferência, mas não deve autorizar o conserto antes da liberação da seguradora. A liberação será feita por um técnico da empresa, que avaliará se o veículo pode ser recuperado ou se houve perda total. Perda total do veículo Se os danos superaram 70% o valor do veículo, é considerada perda total. A indenização é igual à de uma batida normal de um automóvel. No entanto, o motorista só será indenizado após minuciosa avaliação da seguradora, que deve comprovar que não houve uma agravamento de risco desnecessário, como atravessar uma rua alagada por sua conta e risco. Quando dá para recuperar o carro Para quem não tem seguro ou o sinistro não foi de perda total, não é o fim. "Todos os carros podem ser recuperados. Tudo depende do que aconteceu", explica Murilo Alves, coordenador técnico de mecânica do Senai. Os danos podem variar desde prejuízos ao motor, parte elétrica, funilaria ou estofamento e acabamento. "Se o dano for só o motor, o conserto vai de R$ 2 mil a R$ 3 mil", garante Alves. Isso num modelo popular. O reparo de um motor Audi não sai por menos de R$ 8 mil. Agora, se a manutenção envolver todas as partes do carro, prepare o bolso. A chuva resultará num prejuízo de R$ 8 mil a R$ 10 mil em veículos pequenos. Nesses casos, o trabalho engloba a parte mecânica, elétrica, funilaria e limpeza e o carro poderá ficar até dois meses na oficina. Fonte: Globo.com | http://www.globo.com/
DesvantagensTrincas no cabeçote: devido a maior pressão no sistema, aumenta a possibilidade de surgir pequenas fissuras. Matenha o motor sempre regulado e siga as recomendações das empresas de conversão. Vantagens Limpeza da injeção: por ser um combustível mais limpo, o gás não deixa acumular resíduos nos bicos injetores.
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Fonte: CNN Money
Tô de Férias
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo. |
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