Quarta-feira - 21 de Janeiro de 2009 - Faltam 344 dias para o ano novo. | Caso não consiga visualizar clique aqui


Se todo mundo é VIP, ninguém é

Outro dia, ouvi o seguinte relato do ex-aluno Luís Henrique de Mendonça Paulo: 'Entrei pela primeira vez numa loja de roupas no shopping e fiz a compra. No final, recebi um cartão de Cliente VIP (Very Important Person, ou, Pessoa Muito Importante, em português). Estranhei pois era a primeira vez que entrava lá, mas ser VIP é bom e dá aquela sensação de que você será tratado de maneira diferenciada. Então resolvi curtir a sensação. Era um belo cartão dourado metálico, imitando cartões de crédito, bem layoutado. Mas logo a moça do caixa começou a desfazer aquele momento mágico. Pediu que eu olhasse o verso do cartão e lá estavam espaços para preencher com 'selinhos', que eu ganharia a cada nova compra. Ao juntar cinco selinhos no cartão, eu teria direito a um bônus em mercadorias. Ao prestar mais atenção, percebi que em letras miúdas estava escrito que a 'promoção' era válida por um ano. Tudo piorou quando vi um número de controle no cartão: 77.854!!! Ora, ser VIP é ser exclusivo! Mas, nesse caso, ser VIP era ter de gastar mais num curto período de tempo.'

Essa história, infelizmente muito freqüente, ilustra a confusão de conceitos entre mecânicas promocionais e ações de marketing de relacionamento. Na verdade, o mecanismo relatado é uma operação promocional com benefício não imediato - exige repetição de compra num prazo determinado para após esta 'fidelidade' garantir um bônus, um prêmio para valorizar o cliente que se demonstrar constante dentro das regras da promoção.

Mecânicas assim são comuns (em pizzarias, por exemplo) e o que causou sensação de desconforto foi chamá-la pretensiosamente de 'Cartão Cliente VIP'. Claro, essa operação não tem nada de VIP. Primeiro, porque se todo cliente for VIP não há diferenciação que valorize os realmente importantes - aqueles que escolheram comprar, pois foram atraídos e convencidos por toda abordagem de marketing da empresa, não só pelo preço e promoções; e, segundo, porque não se busca com os VIP’s só oferecer descontos, o objetivo é fornecer vantagens alinhadas aos mesmos motivos que os tornaram leais.

O ponto é que toda empresa tem clientes que a escolhem em função de motivos somente comerciais: esses são geradores de volume, apesar de fornecerem baixas margens. É comum empresários darem atenção exacerbada a eles. Esse é o erro: dar atenção ao grupo de clientes de demanda maior e esquecer do grupo que oferece maior rentabilidade. Toda carteira tem clientes que optam comprar por outros motivos além de preço, como serviços, atendimento, conveniência e localização. Esses podem não oferecer os maiores volumes de faturamento, mas formam os mais lucrativos. E leais, pois escolheram comprar pelo que a empresa é e fornece - e não só pelo seu preço.

É preciso dar mais atenção aos que preferiram dar mais atenção ao negócio – os VIP’s da carteira. Que, é bom salientar, não se qualificam em função de uma compra. Para determiná-los é necessário estudar o histórico de relacionamento deles com a empresa - só o tempo demonstra quem é realmente valioso. Por experiência, no geral, uma companhia tem de 5% a 30% desses clientes. Mas nem sempre as empresas desenvolvem estratégias para eles. Infelizmente trabalha-se muito com o restante que oferecem baixas margens e são motivados pela negociação.

Essa é a incoerência nas estratégias junto aos clientes. Quem mais merece, porque escolheu pelo que a empresa é, e fornece melhores rentabilidades, acaba tendo menos atenção e cuidados. Com isso, a organização corre o risco de alimentar somente clientes negociantes até que esses cheguem a 100% da carteira. O que é preocupante, pois há o iminente fato de sempre aparecer concorrentes com preços melhores.

Por essas razões é necessário dar mais atenção aos verdadeiramente VIP’s. São eles que ajudam a equilibrar a rentabilidade de toda operação.

Fonte: Marcelo Miyashita | http://miyashita.com.br/

Preços baixos = mais clientes ? Nem sempre...

Os livros de economia básica têm uma equação essencial: preços baixos = mais clientes. No entanto, adverte um estudo da Universidade de Harvard, se você confia às cegas nesta crença para elaborar a estratégia de sua empresa, o tiro poderia sair pela culatra. Uma manobra habitual para captar clientes costuma ser a redução de preços. A maioria dos profissionais de negócios estão convictos da verdade de uma simples equação:

Menores preços = mais clientes = mais participação de mercado.

Como exemplos, costumam citar-se os casos de Wal-Mart, Southwest Airlines e Dell, que construíram um império baseado em seus baixos preços.

• No entanto, quão verdadeira é esta crença?
• Os cortes de preços são uma ferramenta efetiva para ganhar mercados?

Segundo o estudo: Low prices = More customers? Not always da Hbs - Harvard Business School, a realidade não é tão simples. A verdade fundamental a formular-se é:

Tenho uma vantagem de custos tão ampla sobre meus competidores como para reduzir preços sem que minha rentabilidade se ressinta gravemente?

Wal-Mart, Southwest Airlines e Dell a tinham. No entanto, adverte o estudo de Harvard, para a maioria das empresas, a resposta é negativa. Em indústrias maduras, com competidores que oferecem produtos similares e tecnologia similar, se torna quase impossível obter uma vantagem significativa em custos como para cunhar uma política sustentável de redução de preços.

Ainda que tivesse a possibilidade, você a usaria? Baixar preços é uma enorme transferência de riqueza desde a companhia aos clientes, uma transferência que quase sempre termina afetando os benefícios presentes em troca de uma incerta retribuição futura.

Em síntese, adverte o estudo de Harvard, não sobre-gratificar-se seus clientes. Assegure-se de que você está extraindo um valor justo por seu produto. Corte de preços só fazem sentido quando os competidores não podem seguir-lhe no mesmo ritmo. Em outras palavras, antes de reduzir os preços, faça-se uma simples pergunta:

Meus custos são muito inferiores aos de meus competidores? Se está seguro de que a resposta é afirmativa, faça-o. Mas ante a mínima dúvida, não o tente.

Fonte: SDR | http://www.sdr.com.br/Gerenciamento.htm


Qualidade de vida, a arte de viver em paz

Qualidade de vida é a arte de viver em paz, o indivíduo consigo mesmo, com a natureza e com a sociedade.

Hoje sabemos que o ambiente que devemos preservar começa dentro de cada um de nós e vai, gradativamente, envolvendo e integrando todos os demais ambientes que nos cercam. Na realidade, ele se inicia por algumas escolhas que fazemos diariamente, como ingestão de alimentos que não são saudáveis, transmissão e recepção de informações poluídas, consumismo exacerbado, etc, até chegar na poluição dos espaços em que vivemos.

Cada decisão que tomamos interfere num contexto global desencadeando uma reação, que apesar de ter sua abrangência total desconhecida, é um fato hoje provado pela física moderna. Não precisamos ir muito longe para percebermos que algumas ações têm conseqüências mais desastrosas e rápidas que outras, na maioria das vezes irreversíveis.

Prevenção é a palavra-chave que define qualidade de vida. Mas eu gostaria de ampliar este conceito acrescentando outras palavras: preservação e precaução. Pois Deus, quando criou o homem, "anexou um programa" que seria uma espécie de "manual de instrução" chamado instinto, que acabamos por deletar. O instinto nos animais lhes diz o que têm que fazer.

O homem, no decorrer de seu processo de "evolução", perdeu parte deste instinto e, ao contrário dos homens de outras épocas, nenhuma tradição lhe diz mais o que deve fazer. E agora ele parece não saber ao certo o que é que realmente quer fazer.

O homem se tornou muito vulnerável ao marketing que massifica comportamentos e consumismos, e que muitas vezes é um agente que extermina o equilíbrio e a saúde do planeta. Não adianta aqui, discutirmos o por que, e acharmos o culpado, não creio neste retorno, mas podemos aprender com os conhecimentos da ciência moderna, como, por exemplo, tomarmos consciência deste novo contexto e nos comprometermos pessoal e socialmente com a preservação, prevenção e promoção do bem-estar e do equilíbrio da vida no Planeta Terra.

Só assim teremos pessoas saudáveis gerando empresas e sociedade equilibradas, com ambientes harmoniosos onde o respeito, a diversidade, a criatividade, a colaboração e a motivação são ferramentas que surgem, natural e espontaneamente, a partir do comprometimento pessoal com a Qualidade de Vida, que é a fonte geradora de auto-estima, autoconfiança, autopreservação, autocontrole e felicidade.

Fonte:Leila Navarro | http://www.leilanavarro.com.br/

"Leila Navarro é autora de vários livros e uma das palestrantes mais requisitadas do Brasil, ministrando palestras em todo o Brasil e na Europa."


Cuidado: não seja enganado pelo frentista

É sempre a mesma coisa: você pára no posto de gasolina e aparece um frentista solícito querendo mais do que simplesmente abastecer seu carro. Ele oferece aditivos, lubrificantes, calibragem especial e até extintor de incêndio. Insiste feito vendedor de enciclopédia e fica difícil se safar de tanta "simpatia". Só que nem sempre o funcionário de um posto está qualificado a prestar certos serviços. O site Obsidiana publicou uma lista com os serviços que ele não pode (e quais ele até pode) fazer.

Não deixe ele mexer

Aditivo de radiador - o argumento é de que a água do reservatório tem ferrugem. Isso acontece. Mas aí, o ideal é mandar fazer uma limpeza de todo o sistema de arrefecimento numa concessionária ou oficina particular. A quantidade de aditivo tem que ser dosada e existe até um medidor para verificar isso! Agradeça pelo aviso e peça só para completar o reservatório com água pura.

Fluido de freio - completar ou trocar o fluido de freio são serviços para as oficinas mecânicas. Se o nível baixou é porque há algum ponto de vazamento. O frentista pode, no máximo, verificar se o fluido está dentro dos limites marcados no reservatório. Se ele falar que não está normal, agradeça pelo alerta e corra para uma oficina.

Lavagem de vidros - em muitos casos, a esponja e a água utilizadas estão ainda mais sujas que os vidros do seu carro. Além disso, o sabão pode escorrer pela pintura e manchá-la, caso não seja retirado com bastante água. Resumo: é melhor lavar o carro inteiro.

Lubrificação - nenhum lubrificante deve ser borrifado no motor ou embaixo do carro. Peças como mangueiras e vedadores são sensíveis aos derivados de petróleo e até ao óleo de mamona. Dispense.

Nitrogênio nos pneus - o nitrogênio, um gás seco, ajuda a evitar possíveis pontos de ferrugem no interior das rodas. Só que a maioria das rodas atuais são feitas de liga de alumínio e as de aço recebem uma proteção antiferrugem. Mais um detalhe: é preciso tirar o ar comprimido do pneu e, depois, calibrar sempre com nitrogênio. Como não é todo posto que tem esse recurso, você vai ter que rodar atrás de calibradores com o tal nitrogênio. Um mico!

(Até) Deixe ele mexer

Extintor de incêndio - mesmo que o ponteiro esteja no verde, eles destacam que a validade expirou. De fato, a pressão interna tem validade de um ano. Mas só empresas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) estão habilitadas a inspecionar e fazer a troca. Existe um selo do Inmetro que comprova a procedência. Exija-o!

Filtro de ar - muitas vezes, ao dar uma olhadinha no motor, o frentista aparece com um filtro na mão (aquela peça de papelão com uma borda de borracha laranja). Se ele quiser jogar um jato de ar, não aceite. O jato pode romper os poros do filtro. Uma limpeza com um paninho úmido é o máximo aceitável. Na verdade, o filtro deve ser substituído, em média, a cada 15.000 km ou, claro, quando está muito sujo. Se for o caso, peça para trocar.

Lavagem de motor - ela só deve ser feita se o carro passou por enchentes, estradas de terra ou praias. Principalmente porque os carros modernos possuem componentes eletrônicos, que podem ser afetados. Nesses casos, prefira um posto de sua confiança ou oficinas mecânicas.

Troca de óleo - aí está uma tarefa para o frentista! Ele pode também só completar o nível do óleo, se ainda estiver viscoso e não for hora de substituir. Um detalhe importante: veja no manual do seu carro qual é o tipo recomendado pelo fabricante. Trata-se de uma sigla que também está marcada nos frascos dos lubrificantes. Use sempre o mesmo tipo tanto para completar quanto para substituir.

Silicone - depois de uma lavagem, ele deixa os pneus e partes plásticas brilhando. Só que alguns postos usam água com açúcar no lugar de silicone. Uma meleca horrorosa! Ou seja, confirme se é mesmo silicone que o frentista vai aplicar no seu carro

Fonte: Bolsacar | http://www.bolsacar.com.br/

Saúde e Paz Nacionais

ONU | www.onu-brasil.org.br
Cruz Vermelha | www.cvb.org.br
Exército da salvação | www.exercitodesalvacao.org.br
Unicef | www.unicef.org.br
Sou da Paz | www.soudapaz.org


Saúde e Paz Internacionais

ONU | www.un.org
Cruz Vermelha | www.redcross.org
Exército da Salvação | www.salvationarmy.org
Unicef | www.unicef.org
Organização Mundial da Saúde | www.who.int

 


Carros de Velozes e Furiosos


Mitsubishi - Eclipse

Toyota - Supra

Mazda - Rx7

VW - Jetta

Dodge - Charge R/T

Nissan - Skyline

Mitsubishi - Lancer Evo

VW - Van Touareg

Nissan - 350z

Ford - Mustang



Cadillac: Marca famosa da General Motors, o seu emblema é
derivado do brasão da família de Sir Antoine de la Mothe Cadillac, o fundador da
empresa. Desperta muita admiração no mundo todo, com sua grinalda de plumas.

SURPRESAS DO AMOR
Elenco: Vince Vaughn, Reese Witherspoon
Gênero: Comédia Romântica

AUSTRALIA
Elenco:Hugh Jackman, Nicole Kidman
Gênero:Drama

UM FAZ DE CONTA QUE ACONTECE
Elenco:Adam Sandler, Keri Russell
Gênero: Comédia

SIM, SENHOR
Elenco:Jim Carrey, Bradley Cooper
Gênero: Comédia



06/01 - 27/01
FEIRA DE AUTOMÓVEIS ANTIGOS E ESPECIAIS
Sambódromo do Anhembi


17/01 - 20/01
5ª ZIGUEZAGUE
MAM - Museu de Arte Moderna - Parque do Ibirapuera


18/01 - 23/01
SPFW - OUTONO / INVERNO 2009 SÃO PAULO FASHION WEEK
Bienal do Ibirapuera


19/01 - 25/01
CAMPUS PARTY BRASIL 2009
Centro de Exposições Imigrantes


19/01 - 30/01
I JORNADA DE ANATOMIA
Universidade de São Paulo


20/01 - 23/01
FIT 0/16 - 32° FEIRA INTERNACIONAL DO SETOR INFANTO-JUVENIL/TEEN E BEBÊ
Expo Center Norte


20/01 - 25/01
FEIRA DA PECHINCHA DA GESTANTE, BEBÊ E CRIANÇA
Expo Center Norte


21/01 - 22/01
CONFERÊNCIA IMPACTOS DO SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL E DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA
Hotel Golden Tulip Paulista Plaza


22/01
ENCOESPORTE - I ENCONTRO DA CADEIA PRODUTIVA DO ESPORTE
Museu do Futebol - Estádio do Pacaembú


24/01 - 25/01
4ª FESTA DE ANO NOVO CHINÊS
Praça da Liberdade


24/01 - 28/01
FIOSP - 12ª FEIRA INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO
Pavilhão de Exposições do Anhembi


24/01 - 31/01
CT ESPORTIVO - CENTRO DE TREINAMENTO ESPORTIVO
Central de Cursos


25/01
455º ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE SÃO PAULO
Diversos locais da cidade


25/01
CHECK LIST - FEIRA DAS NOIVAS
Sonesta São Paulo Ibirapuera


25/01
IV GP CIDADE DE SÃO PAULO
Autódromo José Carlos Pace - Interlagos


25/01
XII TROFÉU CIDADE DE SÃO PAULO 10 KM
Obelisco-Ibirapuera

http://www.jbtecidos.com.br

Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo.
Eu acredito que o meu País não são os políticos. Eu acredito que o Brasil não é o desleixo, não é a violência, não é a pobreza.
O EU ACREDITO!! tem tudo a ver com o ensinar, com o dividir, com o prosperar. Tem tudo a ver com a boa notícia que quase não vemos nos noticiários. O EU ACREDITO!! vai sempre dividir conhecimento, pois acreditamos que dividir é crescer. E se te ajudarmos a crescer um pouco, iremos crescer um pouco também. E esperamos que esse crescimento afete positivamente o ambiente e a sociedade na qual vivemos.
Somos uma pequena gota de informação e de boa intenção na imensidão enorme do oceano da ignorância e da má vontade. Mas de gota em gota vamos transformando esse planeta em um lugar melhor para vivermos.
Expediente: Informação e conteudo: Julio Bessa | Diagramação: Tiago Capatto | Divulgação: Mayra Moretti