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Essa história, infelizmente muito freqüente, ilustra a confusão de conceitos entre mecânicas promocionais e ações de marketing de relacionamento. Na verdade, o mecanismo relatado é uma operação promocional com benefício não imediato - exige repetição de compra num prazo determinado para após esta 'fidelidade' garantir um bônus, um prêmio para valorizar o cliente que se demonstrar constante dentro das regras da promoção. Fonte: Marcelo Miyashita | http://miyashita.com.br/ Preços baixos = mais clientes ? Nem sempre... Os livros de economia básica têm uma equação essencial: preços baixos = mais clientes. No entanto, adverte um estudo da Universidade de Harvard, se você confia às cegas nesta crença para elaborar a estratégia de sua empresa, o tiro poderia sair pela culatra. Uma manobra habitual para captar clientes costuma ser a redução de preços. A maioria dos profissionais de negócios estão convictos da verdade de uma simples equação: Menores preços = mais clientes = mais participação de mercado. Como exemplos, costumam citar-se os casos de Wal-Mart, Southwest Airlines e Dell, que construíram um império baseado em seus baixos preços. • No entanto, quão verdadeira é esta crença? Segundo o estudo: Low prices = More customers? Not always da Hbs - Harvard Business School, a realidade não é tão simples. A verdade fundamental a formular-se é: Tenho uma vantagem de custos tão ampla sobre meus competidores como para reduzir preços sem que minha rentabilidade se ressinta gravemente? Wal-Mart, Southwest Airlines e Dell a tinham. No entanto, adverte o estudo de Harvard, para a maioria das empresas, a resposta é negativa. Em indústrias maduras, com competidores que oferecem produtos similares e tecnologia similar, se torna quase impossível obter uma vantagem significativa em custos como para cunhar uma política sustentável de redução de preços. Ainda que tivesse a possibilidade, você a usaria? Baixar preços é uma enorme transferência de riqueza desde a companhia aos clientes, uma transferência que quase sempre termina afetando os benefícios presentes em troca de uma incerta retribuição futura. Em síntese, adverte o estudo de Harvard, não sobre-gratificar-se seus clientes. Assegure-se de que você está extraindo um valor justo por seu produto. Corte de preços só fazem sentido quando os competidores não podem seguir-lhe no mesmo ritmo. Em outras palavras, antes de reduzir os preços, faça-se uma simples pergunta: Meus custos são muito inferiores aos de meus competidores? Se está seguro de que a resposta é afirmativa, faça-o. Mas ante a mínima dúvida, não o tente. Fonte: SDR | http://www.sdr.com.br/Gerenciamento.htm
Qualidade de vida é a arte de viver em paz, o indivíduo consigo mesmo, com a natureza e com a sociedade. Hoje sabemos que o ambiente que devemos preservar começa dentro de cada um de nós e vai, gradativamente, envolvendo e integrando todos os demais ambientes que nos cercam. Na realidade, ele se inicia por algumas escolhas que fazemos diariamente, como ingestão de alimentos que não são saudáveis, transmissão e recepção de informações poluídas, consumismo exacerbado, etc, até chegar na poluição dos espaços em que vivemos. Cada decisão que tomamos interfere num contexto global desencadeando uma reação, que apesar de ter sua abrangência total desconhecida, é um fato hoje provado pela física moderna. Não precisamos ir muito longe para percebermos que algumas ações têm conseqüências mais desastrosas e rápidas que outras, na maioria das vezes irreversíveis. Prevenção é a palavra-chave que define qualidade de vida. Mas eu gostaria de ampliar este conceito acrescentando outras palavras: preservação e precaução. Pois Deus, quando criou o homem, "anexou um programa" que seria uma espécie de "manual de instrução" chamado instinto, que acabamos por deletar. O instinto nos animais lhes diz o que têm que fazer. O homem, no decorrer de seu processo de "evolução", perdeu parte deste instinto e, ao contrário dos homens de outras épocas, nenhuma tradição lhe diz mais o que deve fazer. E agora ele parece não saber ao certo o que é que realmente quer fazer. O homem se tornou muito vulnerável ao marketing que massifica comportamentos e consumismos, e que muitas vezes é um agente que extermina o equilíbrio e a saúde do planeta. Não adianta aqui, discutirmos o por que, e acharmos o culpado, não creio neste retorno, mas podemos aprender com os conhecimentos da ciência moderna, como, por exemplo, tomarmos consciência deste novo contexto e nos comprometermos pessoal e socialmente com a preservação, prevenção e promoção do bem-estar e do equilíbrio da vida no Planeta Terra. Só assim teremos pessoas saudáveis gerando empresas e sociedade equilibradas, com ambientes harmoniosos onde o respeito, a diversidade, a criatividade, a colaboração e a motivação são ferramentas que surgem, natural e espontaneamente, a partir do comprometimento pessoal com a Qualidade de Vida, que é a fonte geradora de auto-estima, autoconfiança, autopreservação, autocontrole e felicidade. Fonte:Leila Navarro | http://www.leilanavarro.com.br/ "Leila Navarro é autora de vários livros e uma das palestrantes mais requisitadas do Brasil, ministrando palestras em todo o Brasil e na Europa."
É sempre a mesma coisa: você pára no posto de gasolina e aparece um frentista solícito querendo mais do que simplesmente abastecer seu carro. Ele oferece aditivos, lubrificantes, calibragem especial e até extintor de incêndio. Insiste feito vendedor de enciclopédia e fica difícil se safar de tanta "simpatia". Só que nem sempre o funcionário de um posto está qualificado a prestar certos serviços. O site Obsidiana publicou uma lista com os serviços que ele não pode (e quais ele até pode) fazer. Não deixe ele mexer Aditivo de radiador - o argumento é de que a água do reservatório tem ferrugem. Isso acontece. Mas aí, o ideal é mandar fazer uma limpeza de todo o sistema de arrefecimento numa concessionária ou oficina particular. A quantidade de aditivo tem que ser dosada e existe até um medidor para verificar isso! Agradeça pelo aviso e peça só para completar o reservatório com água pura. Fluido de freio - completar ou trocar o fluido de freio são serviços para as oficinas mecânicas. Se o nível baixou é porque há algum ponto de vazamento. O frentista pode, no máximo, verificar se o fluido está dentro dos limites marcados no reservatório. Se ele falar que não está normal, agradeça pelo alerta e corra para uma oficina. Lavagem de vidros - em muitos casos, a esponja e a água utilizadas estão ainda mais sujas que os vidros do seu carro. Além disso, o sabão pode escorrer pela pintura e manchá-la, caso não seja retirado com bastante água. Resumo: é melhor lavar o carro inteiro. Lubrificação - nenhum lubrificante deve ser borrifado no motor ou embaixo do carro. Peças como mangueiras e vedadores são sensíveis aos derivados de petróleo e até ao óleo de mamona. Dispense. Nitrogênio nos pneus - o nitrogênio, um gás seco, ajuda a evitar possíveis pontos de ferrugem no interior das rodas. Só que a maioria das rodas atuais são feitas de liga de alumínio e as de aço recebem uma proteção antiferrugem. Mais um detalhe: é preciso tirar o ar comprimido do pneu e, depois, calibrar sempre com nitrogênio. Como não é todo posto que tem esse recurso, você vai ter que rodar atrás de calibradores com o tal nitrogênio. Um mico! (Até) Deixe ele mexer Extintor de incêndio - mesmo que o ponteiro esteja no verde, eles destacam que a validade expirou. De fato, a pressão interna tem validade de um ano. Mas só empresas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) estão habilitadas a inspecionar e fazer a troca. Existe um selo do Inmetro que comprova a procedência. Exija-o! Filtro de ar - muitas vezes, ao dar uma olhadinha no motor, o frentista aparece com um filtro na mão (aquela peça de papelão com uma borda de borracha laranja). Se ele quiser jogar um jato de ar, não aceite. O jato pode romper os poros do filtro. Uma limpeza com um paninho úmido é o máximo aceitável. Na verdade, o filtro deve ser substituído, em média, a cada 15.000 km ou, claro, quando está muito sujo. Se for o caso, peça para trocar. Lavagem de motor - ela só deve ser feita se o carro passou por enchentes, estradas de terra ou praias. Principalmente porque os carros modernos possuem componentes eletrônicos, que podem ser afetados. Nesses casos, prefira um posto de sua confiança ou oficinas mecânicas. Troca de óleo - aí está uma tarefa para o frentista! Ele pode também só completar o nível do óleo, se ainda estiver viscoso e não for hora de substituir. Um detalhe importante: veja no manual do seu carro qual é o tipo recomendado pelo fabricante. Trata-se de uma sigla que também está marcada nos frascos dos lubrificantes. Use sempre o mesmo tipo tanto para completar quanto para substituir. Silicone - depois de uma lavagem, ele deixa os pneus e partes plásticas brilhando. Só que alguns postos usam água com açúcar no lugar de silicone. Uma meleca horrorosa! Ou seja, confirme se é mesmo silicone que o frentista vai aplicar no seu carro Fonte: Bolsacar | http://www.bolsacar.com.br/ |
SURPRESAS DO AMOR
AUSTRALIA
UM FAZ DE CONTA QUE ACONTECE
SIM, SENHOR
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo. |
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