![]() Quarta-feira - 14 de Janeiro de 2009 - Faltam 351 dias para o próximo reveillon, 1º de janeiro de 2010.| Caso não consiga visualizar clique aqui |
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1º. Não veja Marketing como um Departamento: - Quando você entender o que é realmente Marketing, você vai entender que todos na empresa são Marketeiros. É claro que eventualmente todos nós vamos deixar de seguir esses mandamentos, mas se você quebrar essas regras frequentemente, você nunca irá atingir a terra prometida do marketing. Fonte: Prof. Ricardo Jordão | http://www.bizrevolution.com.br/ Crise = oportunidade Sempre é possível descobrir caminhos promissores mesmo que eles estejam escondidos em momentos desfavoráveis. Isso é o que diz a milenar sabedoria chinesa, em que crise e oportunidade se complementam na mesma palavra, formada pelos dois ideogramas acima. Assim como o diamante está contido na pedra bruta, em certos momentos a vida nos propõe superar obstáculos até encontrar algo precioso. A empresária Leila Matheus, de Campinas, São Paulo, era recém-formada, estava sem emprego, casada e com uma filha de colo. Ficava em casa roendo as unhas, dominada pela ansiedade, pois não podia ajudar o marido a sustentar a casa. E nada de trabalho. “Quando vi uma reportagem na TV sobre unhas de porcelana, achei que era a solução para parar de roê-las. Liguei na mesma hora para a produção do programa e peguei o telefone do salão, que ficava em São Paulo, e fui até lá”, conta Leila. De volta a Campinas, ela teve um estalo: poderia aprender a confeccionar essas mesmas unhas. “Dias depois, comecei o curso e uma nova etapa muito próspera. Com muita dedicação e força de vontade, montei o salão. E hoje, 12 anos depois, posso dizer que venci. Além dos tratamentos para unhas, serviço em que me tornei a número um, incluo os de cabeleireiro, podólogo, estética facial e depilação”, conta a empresária. Chance de autodescoberta Um antigo ditado diz: “Se a vida der a você um limão, faça dele uma limonada”. Mesmo quando a oferta de trabalho e o saldo bancário diminuem, não fique tentando justificar a situação apenas com fatores externos, como a conjuntura, a falta de sorte, o pouco espírito de colaboração dos outros. Isso você não pode resolver, mas pode sim tomar as rédeas do próprio destino. “A crise é uma porta para a autodescoberta. Somos forçados a buscar soluções, a rever posições, a arriscar e conquistar novos territórios. Não porque queremos, mas porque não existe outra possibilidade”, afirma Amalia. Olhos no futuro É bom ter em mente que hoje a faculdade é apenas o ponto de partida para o sucesso profissional e não a garantia de vencer na vida como no tempo de nossos pais. Um em cada quatro brasileiros formados no ensino superior, nos últimos dez anos, não está empregado ou trabalha em funções abaixo de sua qualificação, como revelou um recente estudo da Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade do município de São Paulo. O emprego tradicional, com carteira assinada e salário depositado todo fim de mês, está mais raro e essa tendência deve se acentuar, já que as empresas estão cada vez mais enxutas e empregando os serviços terceirizados. Sua bagagem De todo conhecimento que se adquire, nada fica perdido. O cearense Francisco Antonio Nilber Santiago Barroso, por exemplo, usou toda a bagagem profissional construída em anos de trabalho no mercado financeiro, em Fortaleza, para fazer deslanchar a pousada que sua mãe tinha em sua cidade natal, Canindé. “Resolvi aderir ao programa de demissões voluntárias do banco, montei uma locadora de vídeo com o dinheiro da indenização, mas o negócio só durou nove meses”, conta Nilber. “Depois, tentei a área de contabilidade, mas não me adaptei à burocracia.” Foco positivo Boa parte das chances de sucesso se apóia no otimismo e na forma de olhar as crises. “Metade do caminho está percorrida se mantivermos o foco positivo na resolução dos problemas e no aprendizado que está embutido na experiência ruim, como a cultura oriental, especialmente a chinesa, ensina há milênios”, lembra Amalia Sina. A chance vem de onde você menos espera As oportunidades que surgem são fruto de nosso empenho, talento, motivação e capacidade de agir e ir à luta? Sim, sem dúvida. Mas vale também dar crédito à sorte, que nos coloca no lugar certo, na hora certa, junto às pessoas certas. “As oportunidades aparecem em nossa vida como coincidências, que se apresentam de forma simples. Por exemplo, podemos de repente conhecer alguém que nos dê uma chance que nunca pensamos ser possível. Ou encontrar numa reunião alguém que pode representar muito para nossa carreira”, diz o economista e professor americano Tom Monte no livro Determine a Sua Própria Sorte (ed. Cultrix). Fonte: Wilson F. D. Weigl | http://bonsfluidos.abril.com.br/
Olhar atento, mente aberta, planejamento e estratégia são requisitos fundamentais para atrair boas e rentáveis oportunidades. Eline Kullock e Leyla Galetto, respectivamente presidente e diretora técnica do grupo Foco de Recursos Humanos, de São Paulo, destacam atitudes para perceber novos caminhos. 3 – Busque sempre o aperfeiçoamento profissional. Um bom caminho é freqüentar cursos e seminários. Diversos órgãos e escolas oferecem programas gratuitos em todo o Brasil. Informe-se:
As seguradoras deixam claro em seus contratos que, se ficar comprovado que houve imprudência por parte do motorista, os proprietários correm o risco de não receberem o prêmio. O gerente de seguros de Autos da Porto Seguro Seguros, Marcelo Sebastião, explica que mesmo as apólices mais simples já cobrem o veículo contra submersão parcial ou total em água doce. Porém, o motorista também tem suas obrigações. “O ideal é evitar estacionar o veículo em locais com probabilidade de inundação. Se isso não for possível e o carro se encontrar alagado, também não se deve tentar ligá-lo em hipótese alguma. Outra recomendação é não tentar atravessar locais alagados, pois há a possibilidade do veículo flutuar e ser arrastado pela enxurrada, o que coloca em risco a segurança do motorista e de seus passageiros”. Sebastião frisa que em situações de o veículo ficar alagado o segurado deve acionar seu corretor de seguros ou a central de atendimento da empresa, solicitando um guincho para levar o veículo para um local seguro. “Em dias de chuva a quantidade de ligações na central de atendimento aumenta cerca de 20%”, analisa. Ele conta que o segurado poderá levar o veículo à oficina de sua preferência, mas não deve autorizar o conserto antes da liberação da seguradora. A liberação será feita por um técnico da empresa, que avaliará se o veículo pode ser recuperado ou se houve perda total. Fonte: Bolsacar | http://www.bolsacar.com.br/
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TITÃS - A VIDA ATÉ PARECE UMA FESTA
O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON
O CORAJOSO RATINHO DESPEREAUX
QUARENTENA
SURPRESAS DO AMOR
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo. |
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