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A atividade do profissional de marketing consiste em entender, e modificar as atitudes e comportamentos dos consumidores, de forma que sejam favoráveis aos objetivos da organização. Tal só é possível dentro de certos limites, devido às diferentes características individuais do consumidor. Os responsáveis pelo marketing das organizações devem esforçar-se para ver os consumidores como eles são, de fato, e não como gostariam que fossem. Eis as sete regras para se tornar um especialista de marketing: 1. Evitar a Miopia de Marketing Em 1960, Theodore Levitt, professor de Harvard, escreveu o artigo que se tornou um clássico da literatura de gestão, no qual sublinhou os perigos do marketing de vistas curtas. Esta miopia consiste na atitude de concentração nos produtos da empresa, sem atender aos mercados e à concorrência. Levitt ilustrou esta postura com o exemplo das companhias de trem norte-americanas, bastante poderosas no início deste século, mas que hoje agonizam no segmento de transportes de passageiros. Elas não compreenderam que a grande ameaça estava no desenvolvimento das auto-estradas, e dos transportes aéreos, e não no apuro técnico dos comboios. Faltou-lhes olhar para além do produto, um erro comum a muitas empresas. Para o profissional de marketing, um produto é um meio, não um fim. Há outros critérios fundamentais para dar resposta às expectativas dos consumidores, como o preço, a imagem ou a distribuição. Charles Revlon, o fundador da marca Revlon, dizia: "Na fábrica produzimos cosméticos, nas perfumarias vendemos sonhos". 2. Estar Sempre Próximo dos Clientes A ciência do marketing apóia-se no estudo dos consumidores. Nos últimos 20 anos, conseguiram-se progressos consideráveis neste domínio, através da "scannerização", ou seja, da leitura dos códigos de barras nas caixas registradoras dos grandes espaços de distribuição, dos estudos de audiência nos meios de comunicação, na pesquisa dos hábitos e atitudes dos consumidores e distribuidores. Todos estes meios geram informações de grande utilidade. Mas estes têm os seus limites. Os estudos de mercado auxiliam as decisões de marketing, mas não dizem o que deve ser feito. O marketing é uma disciplina voltada para a ação, e não para o domínio dos estudos. Devemos recusar duas posições extremas: não estudar o mercado, confiando apenas na nossa intuição ou experiência, ou explorar indefinidamente os estudos, praticando um marketing de escritório. É preciso ir ao encontro dos consumidores e distribuidores, ou seja, estar próximo do mercado, intelectualmente e fisicamente. Infelizmente, são poucos os responsáveis de marketing que abandonam, regularmente, o seu local de trabalho para acompanhar os vendedores, ou para observar, no local de compra, a natureza e o comportamento da sua clientela. 3. Basear as Decisões em Fatos e Não em Opiniões Os iniciados do marketing tendem a basear sua opinião nos estudos de mercado. Os mais experientes, entretanto, preferem selecionar os fatos que reforçam suas anteriores convicções. As decisões devem ser baseadas em fatos, não em opiniões. Por vezes, a lógica pode ser ultrapassada pelos fatos de marketing. Por outro lado, é perigoso extrapolar a causa de um êxito de um produto para um novo mercado, sem tomar a precaução de realizar estudos sobre esse mercado inexplorado. As dificuldades da Eurodisney, hoje Disneyland Paris, devem-se à importação de um conceito de parque de diversões americano, para um novo mercado com características diferentes - os europeus gastam menos dinheiro, procuram hotéis de categoria inferior e as estadas são mais curtas. Estas são duas fontes de erros típicas nas decisões de marketing. 4. Manter o Espírito Crítico, de Síntese e de Antecipação Por vezes, as informações prestadas pelos estudos de mercado são superabundantes, apresentam lacunas, ou são contraditórias. É preciso filtrar os fatos mais importantes. Logo, o marketing é, muitas vezes, um exercício de síntese. Por outro lado, os dados objetivos inventariados pelos estudos são observações sobre a evolução passada dos mercados, e nunca do futuro. O êxito de uma pesquisa resulta, muitas vezes, da formulação da pergunta e do método empregado. O mesmo é válido para o marketing. A exploração dos dados deve ser precedida de uma análise crítica do método de busca de informação. 5. Vigiar a Concorrência A maioria dos mercados caminha para a saturação, e as empresas se batem por fatias cada vez menores de mercado. Em conseqüência, o marketing de fidelização torna-se mais importante do que o marketing de conquista. Desde o início do ciclo de vida de um produto, é fundamental impedir que os clientes partam para a concorrência em busca do melhor preço, qualidade do produto e do serviço, ou seduzidos pela imagem de marca. Por isso, deve apostar-se na vigilância constante da concorrência, posicionando corretamente as marcas nesses mercados saturados. Todos os estudos mostram que os consumidores são cada vez menos fiéis às marcas. 6. Ousar, com Riscos Calculados As técnicas de marketing, por mais sofisticadas que sejam não conseguem suprimir todas as incertezas. O marketing é feito de inovações e, portanto, de riscos. Inovar é tentar oferecer um "algo mais" para o cliente. Segmentar um mercado é decidir especializar-se junto a uma categoria específica de consumidores. Para se diferenciar, num universo de extrema concorrência, é preciso ser audacioso, avaliando, simultaneamente, os riscos. Isso porque o investimento financeiro, em pesquisa e desenvolvimento, na produção, ou comercialização e comunicação é, em regra, considerável, e a taxa de insucesso elevada, de 70% a 80% para novos produtos. A atitude de marketing é feita de uma audácia calculada. Deve haver, sempre, uma preocupação contabilística em cada profissional de marketing. 7. Ser Constante As empresas cometem um erro gigantesco quando fazem alterações permanentes às políticas de produto, de preço, de distribuição e de comunicação, pois se corre o risco de perturbar os distribuidores e consumidores. Os grandes êxitos de marketing baseiam-se neste princípio. Por outro lado, constância não significa imobilidade. É preciso saber adaptar-se às mutações do mercado, ou mesmo antecipá-las, preservando, ao mesmo tempo, a personalidade das marcas. O Club Med, cuja imagem nos anos 70 era fortemente conotada com a liberdade sexual, soube evoluir, tornando-se um clube para a família e os amantes da prática desportiva.
Fazer a sua parte para evitar o aquecimento global é mais um motivo para tentar reduzir a sua conta de luz. A matriz energética dos EUA é bem diferente da brasileira, e as condições ambientais também variam bastante. Mesmo assim é possível aproveitar várias das dicas produzidas pelas organizações de conservação de energia dos nossos vizinhos do hemisfério norte. Algumas das dicas: * Isolar frestas das portas e janelas, e vedar rachaduras. Assim você preserva a eficiência térmica e poupa seu aquecedor ou condicionador de ar - e um rolo de fita adesiva para vedação é muito mais barato e fácil de instalar do que você pensa. * Reduzir termostatos. Seja no chuveiro, aquecedor, condicionador de ar, máquina de lavar… reduza 1 grau e economize até 5% da sua conta. Desligue quando não estiver em uso. Equipamentos elétricos e eletrônicos produzidos no Brasil antes de 2001 (e da crise energética que levou ao racionamento) tendem a consumir bastante energia mesmo quando em stand-by, mas mesmo os aparelhos mais modernos tendem a consumir alguma energia durante todo o tempo em que estão na tomada - levando a até 35% de despedício! Conectar carregadores, sintonizadores de TV a cabo, a própria TV e o DVD, e mesmo o seu computador em uma extensão, régua ou estabilizador que disponha de chave liga/desliga pode ser uma forma prática de interromper este circuito sem tirar fisicamente da tomada - mas olhe o manual dos equipamentos antes! * Deixe acumular. Se você usa máquina de lavar louça ou roupas, acione-a apenas quando tiver uma carga completa. Encontre uma forma prática de acumular as roupas ou as louças, e economize assim energia, água e detergentes. * Prefira produtos “verdes”. Lâmpadas econômicas, duchas menores, papel reciclado, embalagens ecológicas, material biodegradável, combustíveis renováveis. Use sua consciência na hora de comprar! Fonte: http://www.efetividade.net
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06/10/2008 - 08/10/2008 07/10/2008 07/10/2008 - 08/10/2008 07/10/2008 - 09/10/2008 07/10/2008 - 09/10/2008 07/10/2008 - 09/10/2008 08/10/2008 - 09/10/2008
#10 Ford Fiesta - 12.500.000+ unidades #9 Chevrolet Impala - 14.000.000+ unidades #8 Volkswagen Passat - 14.100.000+ unidades #7 Ford Model T - 16.500.000 unidades #6 Honda Civic - 17.730.000+ unidades #5 Ford Escort - 20.000.000 unidades #4 Volkswagen Fusca - 22.300.000+ unidades #3 Volkswagen Golf - 25.000.000+ unidades #2 Ford F-Series - 30.000.000+ unidades #1 Toyota Corolla - 32.000.000+ unidades
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Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo. |
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