Terça - feira - 08 de Setembro de 2009 - Faltam 114 dias para o próximo reveillon, 1º de janeiro de 2010.| Caso não consiga visualizar clique aqui | Cao não queira receber mais clique aqui


Fale menos e venda mais!
Uma pesquisa realizada pelo National Retail Merchants Association constatou que 68% dos clientes fogem das empresas por problemas de postura no atendimento. Portanto, o vendedor precisa desenvolver suas habilidades comunicativas para criar um vínculo harmonioso e um relacionamento pautado na confiança com o cliente, maximizando a chance de fidelizar clientes e vender mais.

Muitos vendedores, no entanto, acreditam no paradigma que preconiza que o bom profissional de vendas é aquele que fala muito, usando de todas as técnicas de persuasão para convencer o cliente a comprar determinado produto ou serviço. Os vendedores que agem assim, muitas vezes não conseguem criar um vinculo baseado na segurança, honestidade e transparência com o cliente, pois seu empenho em querer manipular o cliente à suas idéias gera receio, desconfiança e um relacionamento superficial com o cliente.

Para que os vendedores desvencilhem-se do estigma “bom de papo”, é essencial a diferenciação do falar bem x falar muito. De acordo com Roberta Medeiros, fonoaudióloga especialista em comunicação empresarial, falar bem significa entender, compreender as expectativas do cliente, saber escolher as palavras certas e as abordagens discursivas apropriadas ao contexto e ao interlocutor, sempre buscando ser objetivo, coerente e coeso. Neste momento, tenha certeza, a comunicação será eficaz e gerará sintonia entre os interlocutores por meio da empatia e compreensão mútua. O termo empatia deriva da palavra grega EMPATHÉIA, que significa entrar no sentimento. Portanto, EMPATIA é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, procurando sempre entender as suas necessidades, os seus anseios e os seus sentimentos.

É fundamental compreendermos que cada ser humano forma uma percepção única e diferenciada do mundo em que vive, influenciados basicamente por suas interpretações, sensações, experiências anteriores, preferências, valores, crenças e critérios pessoais, baseados em sua própria experiência de vida.

No exato momento que compreendemos essa relação de subjetividade, passamos a ter mais claro em nossa mente à importância de sermos empáticos com nossos clientes, procurando compreender exatamente o que passa na cabeça do cliente, suas necessidades, expectativas e como atende-las da melhor maneira possível com ética e responsabilidade.

Muitos vendedores, ao falarem mais do que ouvem, acabam expondo em demasia suas opiniões pessoais, suas preferências, em vez de ouvir mais o cliente para poder entrar em sua realidade e satisfazer as suas necessidades. Em muitos momentos os vendedores esquecem de que suas preferências podem ser totalmente opostas as do cliente. Em muitos momentos parece que os vendedores querem satisfazer suas próprias necessidades e não as do cliente.

Quando o vendedor apenas fala para o cliente e não realiza a ação de ouvir, haverá uma tendência a exposição em demasia de suas opiniões e preferências pessoais, deixando cada vez mais distante a satisfação e fidelização do cliente. Portanto, tenha sempre em mente que a comunicação do vendedor deve se adequar a do cliente conforme as necessidades deste e não da sua.

"Cada um de nós vê nos outros aquilo que carregamos em nosso próprio coração." Ralph Waldo Emerson

Para sermos empáticos, precisamos ser humildes a ponto de deixarmos de lado, ao menos por um momento, nossos preconceitos e preferências, evitando julgar o outro a partir de nossas referências e valores pessoais. Não basta apenas conhecer bem o produto ou serviço, mas o mais importante é demonstrar interesse genuíno em relação às necessidades dos clientes e atendê-las. O cliente deseja se sentir importante e respeitado.

"Você pode fazer muito mais amigos em dois meses interessando-se pelas pessoas do que conseguiria em dois anos tentando fazer as pessoas se interessarem por você." Dale Carnegie

A melhor maneira de envolver o cliente e fazê-lo sentir compreendido, para criar um conexão profunda com o cliente, é demonstrar interesse em satisfazer suas necessidades através da habilidade de ouvir.

Muitas vezes “ouvimos” o cliente com nossa atenção voltada principalmente para nós mesmos e não para a outra pessoa. Não prestamos atenção nas palavras, no tom da sua voz, na aceleração ou não das palavras, tão pouco no significado que estas ações podem representar. Não prestamos atenção nas palavras nem no significado da mensagem do nosso cliente ou ouvimos as palavras, mas não entendemos o seu sentido mais profundo. Quando ouvimos de forma passiva e superficial, tendemos a deixar as pessoas com raiva porque elas percebem que não estão sendo ouvidas e que seus sentimentos não estão sendo compreendidos.

A situação piora quando se interrompe a fala do cliente, demonstrando extrema ansiedade em expor suas idéias. Assim, imediatamente se passa a imagem de que suas idéias são mais importantes do que a de seu cliente e de que você não está interessando no que seu cliente pensa, nem ao menos em satisfazer suas necessidades. Interromper a fala do cliente gerará uma antipatia imediata.

É preciso estar totalmente envolvido no processo de comunicação, ouvindo atentamente o cliente e buscando se colocar no lugar do outro, tentando ver as coisas sob o ponto de vista dele. Quando ouvimos atentamente, não tentamos avaliar a outra pessoa, mas sim elevar nossos pensamentos e sentimentos para dar toda atenção a ela. Assim, ao sentir-se compreendido, o cliente tende a confiar no vendedor, estabelecendo rapport (empatia, confiança e credibilidade), fazendo com que, após esse acompanhamento, o cliente fique sublinarmente mais susceptível a aceitar uma sugestão do vendedor e mais aberto em seguir seus conselhos.

Fonte: Diego Berro | www.diegoberro.com.br

Um bom conselho para vender mais
O comércio é uma das atividades empresariais que vem sendo mais afetadas pelo acelerado ritmo de transformações que estamos acompanhando na sociedade.

A mudança nos hábitos de consumo, a atuação mais rigorosa de órgãos de fiscalização e a maior exigência dos onsumidores por melhores produtos e serviços são fatores que interferem fortemente no desenvolvimento da atividade comercial.

Além de tudo isso, a concorrência aumenta a cada dia nos mais variados setores do varejo. Na medida em que o mercado vai se segmentando, as empresas precisam recorrer aos serviços de consultoria, pela necessidade de estruturação e planejamento, para que possam se diferenciar das demais e assim se tornarem mais competitivas.

Na Europa, a atividade de consultoria está em alta porque no velho continente o empresário já adquiriu uma nova visão e trabalha cada vez mais com foco em resultados. No Brasil, ainda pouco se sabe sobre o trabalho dos consultores e o que se pode esperar deste tipo de serviço.

Hoje, as redes de maior sucesso do país são aquelas que evoluíram do conceito de auditoria para o de consultoria. No setor de varejo, ainda há muito o que fazer. O trabalho de uma consultoria pode melhorar de forma significativa os resultados das redes de varejo e franquias, mas a decisão de mudar a forma de gerenciamento do negócio é muitas vezes postergada pelo empresário. Muitos deixam de utilizar essa ferramenta eficaz por não saber como lidar com uma consultoria dentro de seu estabelecimento ou rede de lojas.

O primeiro passo é ter em mente a necessidade de mudar para crescer. De nada adianta o empresário contratar uma consultoria sem ter um objetivo definido sobre o que deseja de fato. Se o empresário não tiver o firme propósito de se adequar às novas modalidades e tecnologias, não vale à pena nem começar; mas depois também não pode reclamar ao ver o sucesso da concorrência.

Outro ponto importante é que haja transparência. Os consultores precisam ter acessoàs contas, saber quanto a empresa gasta e fatura. Não dá para contratar um serviço especializado, que tem como finalidade detectar as falhas e potencialidades da empresa, se o empresário quer esconder alguns detalhes ou revelar apenas parte do
negócio. Além disso, ao contratar uma consultoria, o empresário deve imediatamente colocar seus funcionários a par do serviço que será realizado na empresa, para evitar malentendidos.

Caberá ao patrão explicar que o trabalho dos consultores servirá para facilitar o trabalho dos próprios funcionários e o crescimento da empresa.

E o mais importante. Durante todo o trabalho dos consultores, é preciso haver a cooperação de todos, começando pelo próprio empresário, chefes e gerentes. O dono do negócio não pode assumir uma posição distanciada, aguardando simplesmente que os consultores façam tudo sozinhos. Colaborar com o trabalho dos consultores é fundamental para o sucesso do projeto de mudança.

Fonte: Endeavor | www.endeavor.org.br


Crianças e dinheiro
Ensinar as crianças a lidar com o dinheiro é importante, apesar de não ser uma tarefa fácil. Se você abordá-las de uma forma equivocada ou antes do tempo, pode até ser prejudicial. Mas existem algumas dicas para colocar esses ensinamentos em prática desde pequenos até chegar à adolescência.

Já escrevemos alguns artigos sobre o assunto com temas mais específicos, como dar mesada e ensinar a poupar ou como garantir o futuro dos seus filhos, através da segurança financeira e acompanhamento dos estudos das crianças. Entretanto, o intuito deste artigo é dar uma visão geral sobre o tema, mostrando as principais coisas que você deve saber sobre como lidar com seus filhos sobre o dinheiro. Assim sendo, confiram abaixo as principais dicas sobre o assunto.

Ao ensinar as crianças sobre dinheiro, quanto mais cedo, melhor.
Muitas vezes, crianças já grandinhas e até mesmo adolescentes gastam como se vocês tivessem um “pé-de-dinheiro” em casa. É importante saber que dinheiro não dá em árvores e essa lição ajuda a ensiná-los a tratar o dinheiro com responsabilidade.

Muito antes que a maioria das crianças aprendam a somar ou subtrair, elas estão cientes do conceito do dinheiro. Qualquer menino de 4 anos sabe de onde seus pais conseguem dinheiro: do caixa eletrônico, obviamente. Portanto, entender que os pais precisam trabalhar para ganhar dinheiro requer mais maturidade, mesmo que o processo de aprendizagem tenha alguns truques.

Por exemplo, uma vez que a criança entendeu que seu pai trabalha para ganhar a vida, ela pergunta: “Como foi o trabalho hoje?” “Legal”, responde o pai. A criança então pergunta: “Você ganhou dinheiro?”.

O importante, nesse primeiro momento é passar a idéia de que dinheiro não cresce em árvores. Entender que ele chega quinzenalmente ou mensalmente é outra história.

Uma vez entendido como o dinheiro funciona, as crianças geralmente demonstram um conservadorismo instintivo.
Assim que eles aprendem que podem comprar as coisas que querem com dinheiro (balas, brinquedos ou figurinhas, por exemplo), muitos garotos começarão a juntar cada moeda que encontrarem pela frente. A forma como essa compulsão é canalizada pode determinar que tipo de gerente financeiro seu filho será quando adulto.

É importante estar atento a isso, pois o ato de poupar dinheiro para adquirir algo é muito válido, mas não pode ser tornar uma obssessão.

Se você começar tarde, a compreensão fica mais difícil.
Como falado anteriormente, é importante trabalhar o lado financeiro com as crianças desde cedo, pois uma vez adolescentes, eles ficarão menos propícios a prestar atenção nos seus sábios conselhos. Além disso, eles estarão ocupados fazendo outras coisas, como, por exemplo, gastando dinheiro.

A prática é uma ferramenta de ensino eficiente.
Quando jovens, dar a eles uma quantidade razoável de dinheiro pode ajudá-los a se preparar para o dia em que esses números forem bem maiores. Isso nos remete à famosa mesada.

Além disso, contas no banco, cartões de crédito e dívidas são experiências tão valiosas para a vida escolar quanto livros e festas. Ensinar jovens sobre operações bancárias e crédito os tornará mais experientes e habilidosos quando eles forem independentes.

Outro ponto muito importante - porém muito pouco utilizado aqui no Brasil - é o contato com o mercado financeiro. Seja através de investimentos em produtos bancários (não apenas a poupança) ou até mesmo diretamente no mercado de ações. E utilizando dinheiro de verdade (mesmo que numa pequena quantidade). Só aprendemos de verdade quando colocamos em prática os ensinamentos e também errando. Saiba que errar também faz parte do processo de aprendizado.

Fonte: Quero Ficar Rico | www.queroficarrico.com/blog


Nunca misture mais álcool na gasolina

Motoristas de diferentes regiões do país estão misturando álcool e gasolina no motor do carro, adaptado apenas para gasolina, na hora de abastecer. A prática, apelidada de "rabo de galo", pode ser tão prejudicial ao veículo quanto a utilização de gasolina adulterada.

Com o objetivo de explicar aos motoristas e revendedores os danos causados por essa prática, a Ipiranga iniciou um trabalho de orientação em sua rede de postos. "O que muitos desconhecem é que a economia momentânea é extremamente danosa ao motor do veículo e a mistura de álcool hidratado (que pode conter até 7,4% de água na sua composição) à gasolina pode ocasionar uma série de problemas ao veículo.

 

A gasolina comum não contém água e possui 25% de álcool anidro, que é um componente fundamental. No entanto, quando o motorista faz o "rabo de galo", ele mistura na gasolina álcool hidratado (que contém água).

A presença de água provoca uma instabilidade na composição e pode separar a mistura em duas fases: álcool-gasolina e álcool-água. "Como a mistura álcool-água é mais pesada que a gasolina, ela ficará no fundo do tanque. A gasolina, contendo ainda um pouco de álcool, ficará na parte superior do tanque.

A retirada de álcool da gasolina reduz a octanagem da gasolina comum e provoca perda de potência e aumento de consumo, podendo causar ainda a chamada "batida de pino". Esse carro, a médio e longo prazo terá sérios problemas mecânicos".

Fonte: USM Transportes | www.usmtransportes.com.br

Serviços de trânsito e clima
1. Estradas | www.estradas.com.br
2. MapLink | www.maplink.uol.com.br
3. CET | www.cetsp1.cetsp.com.br

4. Uol Tempo | www3.uol.com.br
5. Clima Tempo | www.climatempo.com.br
6. Ultimo Segundo Trânsito | www.ultimosegundo.ig.com.br

 


10 carros "pretinho básico"
(Indicado por Saulo R. Zenti)

1.BMW

2. Lamborghini

3. Dodge

4. Audi

5. Porsche

6. Mercedes


7. Ferrari


8. BMW


9. Rolls Royce


10. Audi




Nascida em 1945, a Tata Motors é a maior empresa do sector automóvel na Índia, tendo registado em 2005-2006, um resultado positivo de 4,04 mil milhões de euros.

A sua posição de quinta maior fabricante de veículos pesados comerciais foi reforçada 2004 quando a Tata comprou a sul coreana Daewoo Motors. Um ano mais tarde, adquiriu 21% da Carrocera.

No ano passado, a empresa indiana formou uma ‘joint venture’ com a brasileira Marcopolo e assinou um memorando de entendimento com a italiana Fiat para estabelecer uma parceria de produção na Índia.


CONFUSÕES EM FAMÍLIA

Elenco: Andy Garcia, Julianna Margulies, Steven Strait, Emily Mortimer, Alan Arkin
Direção: Raymond De Felitta
Gênero: Drama


A VERDADE NUA E CRUA

Elenco: Jean-Claude Bernardet, Cris Bierrenbach, Hilton Lacerda,
Direção: Robert Luketic
Gênero: Drama

CHE 2 - A GUERRILHA

Elenco: Benicio Del Toro, Demián Bichir, Rodrigo Santoro, Lou Diamond Phillips, Catalina Sandino Moreno, Matt Damon
Direção: Steven Soderbergh
Gênero: Drama


09/09 - 11/09
ATUALUXO 2009 - 2ª CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO NEGÓCIO DO LUXO
Grand Hyatt São Paulo


09/09 - 11/09
2º FORUM MOBILE+ MOBILIDADE + NEGÓCIOS
Centro de Convenções Frei Caneca


10/09 - 13/09
SP PHOTO FEST - FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE SÃO PAULO
MIS - Museu da Imagem e do Som


11/09
4º GLOBAL RISK MEETING - GOVERNANÇA DE RISCO ESTRATÉGICO
Prédio da Microsoft


11/09 - 13/09
5º MEETING DE TREINAMENTO DE FORÇA  (PROMOTOR: FITNESS BRASIL)
Universidade São Judas


12/09
SPIRIT OF LONDON - 10º FESTIVAL DE MÚSICA ELETRÔNICA
Sambódromo do Anhembi
http://www.jbtecidos.com.br

Eu acredito que sou eu quem faz o Brasil, sou eu quem faz e traço o meu futuro. Sou eu e não a sorte quem decide o meu destino. Eu acredito na verdade, na competência, no conhecimento e no altruísmo.
Eu acredito que o meu País não são os políticos. Eu acredito que o Brasil não é o desleixo, não é a violência, não é a pobreza.
O EU ACREDITO!! tem tudo a ver com o ensinar, com o dividir, com o prosperar. Tem tudo a ver com a boa notícia que quase não vemos nos noticiários. O EU ACREDITO!! vai sempre dividir conhecimento, pois acreditamos que dividir é crescer. E se te ajudarmos a crescer um pouco, iremos crescer um pouco também. E esperamos que esse crescimento afete positivamente o ambiente e a sociedade na qual vivemos.
Somos uma pequena gota de informação e de boa intenção na imensidão enorme do oceano da ignorância e da má vontade. Mas de gota em gota vamos transformando esse planeta em um lugar melhor para vivermos.
Expediente: Informação e conteudo: Julio Bessa | Diagramação: Fernando Silva | Divulgação: Mayra Moretti | Divulgação: Centoevinte